… é ver/ouvir os repórteres televisivos e radiofónicos em dia de greve geral. Antes de mais, porque é dos dias em que mais trabalham, correndo de um lado para o outro a relatar o que é quase sempre óbvio ou a detalhar coisas próprias de um hiper-realismo.

Há coisa de meia hora ouvia numa rádio o seguinte naco, digno de uma imagética cinematográfica… “e agora vejo a primeira funcionária a ligar o seu computador e a preparar-se para se sentar”.

Eu fiquei preocupado com as questões da segurança no trabalho. Aparentemente a funcionária ligou o computador estando de pé. Pode não ser a opção mais segura e protocolar.