Ainda não li todo o documento mas há coisas que me parecem evidentes, para além do que tem sido divulgado de forma cirúrgica pelo MEC.

A Parque Escolar foi-se expandindo de forma algo descontrolada nas suas intervenções (e há uma altura em que parece que se atinge uma velocidade de cruzeiro, em que a PE dá a sensação de se ter tornado livre de qualquer controle externo), alargando as áreas de intervenção, aumentando encargos, cedendo eventualmente a pressões de agenda política. Mas… os números apresentados permitem contextualizar e relativizar bastante aquela do aumento de 400% nos encargos ou, no mínimo, percebe-se que a responsabilização não pode ser apenas administrativa.

E seria bom que a administração demissionária abrisse a boca sobre o que efectivamente se passou.