Aqui ficam os resultados ao fim de um dia de votação na sondagem tripla colocada aqui ontem.

Quanto à situação profissional, quer-me parecer que a distribuição é capaz de estar bem próxima da que existe nas escolas. Cerca de dois terços de professores “efectivos” (na terminologia antiga) e três quartos dos “quadros”, incluindo os QZP. O valor de 22,5% para os contratados revela que perto de um quarto dos professores está em situação precária. Muito precária mesmo.

Quanto à leitura do documento acordado entre MEC e alguns sindicatos confesso que os valores são um pouco surpreendentes, embora se possa considerar que quem anda pela blogosfera tem mais interesse e apetência pela informação, pelo que os quase 40% que afirmam ter lido mesmo o documento (a proporção foi descendo ao longo do dia) seja claramente acima do que se passa efectivamente nas escolas.

Quanto à opinião sobre o documento em si, há uma divisão evidente, embora praticamente ninguém o considere excelente e muita gente admita não ter formado ainda uma opinião.

Perto de 40% (212) consideram que o regulamento é bom ou sofrível e valor muito semelhante acha que é medíocre ou mau (214). De qualquer modo a diferença entre a opção pelo “mau” e pelo “excelente” revela que a balança pende claramente para uma apreciação menos positiva.