Quarta-feira, 22 de Fevereiro, 2012


Charles Bradley, The World (Is Going Up in Flames)

(c) Olinda Gil

Rui Vilar e Palha da Silva entram para a administração da REN

A nova lista para os orgãos sociais da REN acaba de ser enviada à CMVM e tem algumas surpresas. Rui Cartaxo mantém-se como presidente, mas Luís Palha da Silva (ex-CEO da Jerónimo Martins) e Rui Vilar (ex-presidente da Fundação Calouste Gulbenkian) entram para o conselho de administração.

Lá por Setembro, participarei no painel sobre Educação.

Clicar na imagem para aceder ao site.

Desafio para quantificar os professores com 4 anos de serviço nos últimos 6, sem a obrigatoriedade de ser em horário anual e completo.

Desafio Para Identificar Quem Assinou Mais Contratos num Único Ano Letivo

Mais detalhes aqui.

… que fecharam ontem as portas, por cor clubística?

Honra seja feita à do meu concelho de residência durante muitos anos e de actual local de trabalho que, por entre muitas críticas que às vezes me merece, soube cumprir a tradição e deixar o pessoal livre para desfilar, mesmo se esse não é o meu cup of tea. Pelo menos houve coerência.

Head teacher cleared over claims of violently restraining pupils

A former head teacher has described how his career was left in tatters after he was forced out of his job over false claims that he assaulted pupils.

2 Journalists Are Among the Dead in Syrian Shellin

Marie Colvin, left, an American reporter working for The Sunday Times of London, and Rémi Ochlik, a French photographer, were killed in Syria on Wednesday.

Marie Colvin killed: Syrian forces had pledged to kill ‘any journalist who set foot on Syrian soil’

Syrian forces murdered journalist Marie Colvin after pledging to kill “any journalist who set foot on Syrian soil”, it has emerged.

Aguarda-se as reacções dos consternados pela doença de Hugo Chávez

Porque o valor da vida é relativo para muita gente. De certa forma há quem, como os sectores pró-vida que defendem ao mesmo tempo o uso de armas nos EUA, ache que se é ocidental não deveria estar lá.

Veja como são fabricados os produtos da Apple na China

Um apresentador da ABC teve acesso exclusivo ao interior de uma linha de produção da Apple na China. Uma fábrica onde os trabalhadores dormem e trabalham seis dias por semana, e que assistiu, nos últimos anos, a uma série de 18 suicídios. Veja a reportagem da ABC, transmitida pela BBC.

O apresentador da ABC, Bill Weir, teve acesso exclusivo a uma fábrica da Foxconn, um dos maiores fornecedores de software da Apple, na China.

Ali, os trabalhadores vivem em dormitórios, com estranhos, e executam a mesma tarefa seis dias por semana.

Louis Koo, responsável da Foxconn, foi questionado sobre o tratamento dos empregados, e sobre uma série de 18 suicídios, nos últimos anos.

A malta quer lá saber. Podendo exibir-se com os zingarelhos em tudo o que é oportunidade, até podiam ser feitos de pele de focas-bebé que tanto se lhes dava.

“Não é o nosso espírito que um trabalhador de Vila Real de Santo António vá trabalhar para Bragança de uma forma forçada”, disse Hélder Rosalino, secretário de Estado da Administração Pública,  hoje no Parlamento.

A questão é que esta conversa, mais do que querer fazer-nos passar por parvos, acaba por ser um monumento à indigência intelectual de quem a profere.

O “nosso espírito” refere-se exactamente a quem? Ao senhor secretário de Estado a falar de si mesmo em plural majestático? Ao ministério a que pertence? Ao Governo de que faz parte?

Mesmo que fosse verdade essa bondade, quem garante que são eternos no lugar (esperando sinceramente que o não sejam e que os rosalin(h)os e outros inhos desapareçam rapidamente do horizonte) e que quem vier a seguir não agarra na letra da lei e a aplica em toda a sua extensão?

Se não é esse o espírito, então encontrem maneira de colocar o espírito em forma de letra de lei, não dando espaço para interpretações.

Que tal se, mesmo dentro de uma lógica que acho abusiva, limitassem a distância da mobilidade? Nem falo em concelhos ou distritos, porque há enormes diferenças de área entre as realidades de diversos pontos do país.

Já agora… de que estímulos fala exactamente este secretário de Estado? Uma chicotada era um estímulo muito usada no tempo dos faraós e não só:

O representante do governo garantiu hoje que a mobilidade geográfica, que está a ser discutida com os sindicatos, será “voluntária” e “com estímulos”.

 

… ainda os casos preocupantes seriam apenas objecto de preocupação simples. O problema é em certas turmas, em zonas não visitadas pelos ministros Relvas, Álvaro, GAspar, Mota Soares e outros, assim como já esquecidas pelo actual PM, a fome intercala-se por todas as filas, graças ao bom desempenho de Portugal na opinião da troika.

Pobreza nas escolas. A fome sentou-se na primeira fila da sala de aula

Isto quando em Espanha, o recém-chegado Rajoy já começou a bater o pé aos cânones europeus, coisa que o nosso Pedro é incapaz de fazer, não sei se por lavagem ao cérebro dos pseudo-liberais que deixou rodearem-no se por incapacidade em pensar para além de.

Não, estas crianças não têm culpa de nenhuma derrapagem no défice, não têm culpa dos negócios ruinosos das PPP, das bandalheiras do jardinesco, dos milhões gastos em estudos sobre o TGV e o aeroporto da terra do nunca, nem de tanta outra coisa que nunca tem responsáveis punidos, apenas a ladaínha de que precisamos empobrecer.

Não, senhor PM, estas crianças já são pobres. Apenas ficarão mais pobres. Elas não precisam de emigrar, nem de ser abandonadas ou levadas por pais emigrantes.

Não precisam de conversas da treta sobre o direito ao sucesso ou sobre pieguices.

Estas crianças já vivem na pele o que os teorizadores insurgentes nunca conheceram e que os relvettes analisam nos gabinetes com ideias mal coladas a cuspo depois de lidas em vulgatas dos economistas austríacos que agora parece que são deuses na Terra.

 

Strauss-Kahn detido por suspeitas em caso de prostituição e proxenetismo

… pois permitiria prolongar a pausa lectiva carnavalesca e, ao mesmo tempo, picava o ponto no meu Centro de Saúde.

A sério, tenho aqui um dedo – será o médio – a ficar regularmente muito hirto quando vejo os noticiários e análises políticas. O mesmo para muitas notícias plantadas nos jornais por quem temo poder ou o dinheiro para o fazer. Hoje até nem é um dia mau.

Mas estou preocupado com esta coisa no dedo. A Adele parece que também apanhou algo assim.

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