Aqui.

O que julgo que vai dar mais complicações, que também já não ando com muita paciência para análises.

Artigo 13.º
Avaliador externo
1 — O avaliador externo deve reunir os seguintes requisitos cumulativos:
a) Estar integrado em escalão igual ou superior ao do avaliado;
b) Pertencer ao mesmo grupo de recrutamento do avaliado;
c) Ser titular de formação em avaliação do desempenho ou supervisão pedagógica ou deter experiência profissional em supervisão pedagógica.

No fundo isto vai restringir o universo aos que já foram avaliadores ou andaram a pagar formação para o ser.

E depois temos isto:

Artigo 17.º
Projecto docente
1 — O projecto docente tem por referência as metas e objectivos traçados no projecto educativo do agrupamento de escolas ou escola não agrupada e consiste no enunciado do contributo do docente para a sua concretização.
2 — O projecto docente traduz-se num documento constituído por um máximo de duas páginas, anualmente elaborado em função do serviço distribuído.
3 — A apreciação do projecto docente pelo avaliador é comunicada por escrito ao avaliado.
4 — O projecto docente tem carácter opcional, sendo substituído, para efeitos avaliativos, se não for apresentado pelo avaliado, pelas metas e objectivos do projecto educativo do agrupamento de escolas ou escola não agrupada.

O carácter opcional vai levantar problemas junto daqueles órgãos de gestão que já neste momento pediram ou anunciaram pedir objectivos e metas aos docentes das suas escolas e agrupamentos. Não vale a pena esconder que os há e que isto vai ser uma guerra surda ou gritada com quem resistir.

O resto é, no essencial, uma nova simplificação do modelo que nunca foi colocado em prática.