Não é de agora… vem de trás e com jeitinho e memória é  tradição que os governantes se queixem do povo que governam, do país que dirigem.

Que está errado, que tem traços anacrónicos, que não acompanhou os tempos, que não é o que devia ser.

Não consigo encontrar ofensa maior para a inépcia desses mesmos governantes, queixarem-se por terem querido ser os pastores de um rebanho que desprezam, num campo que acham estar todo mal amanhado.

Em coerência, deveriam ser eles a emigrar para um povo melhor, um país mais adequado à sua grandeza imaginada.