… sobre a revisão/(reforma curricular. Está no Blog DeAr Lindo.

Entretanto, o Reitor 2.0 acha que, sendo o parecer menos cordato do que o esperado, se deve extinguir o órgão.

Sobre isso um pensamento simples e uma dúvida legítima, que até o Reitor Mauzão entenderá:

  • Não se extingue um órgão por ser contra-poder, porque isso é próprio das ditaduras. Embora seja verdade que já vivamos numa situação de assumida inconstitucionalidade, que tal fingir um bocadinho melhor?
  • Já agora, que outras formas de contra-poder devem ser extintas na área da Educação, em particular, e da vida social e política em geral?

Correndo o risco de ir parar à galeria dos inimigos da Educação sou obrigado a reconhecer que, no fundo, na Reitoria o pensamento prático é muito similar ao dos tempos de Sócrates: eliminem-se as formas de oposição ao exercício de um poder tendencialmente autocrático.