Sexta-feira, 30 de Dezembro, 2011


Pensei que era anedota, mas não. É mesmo um estudo:

A Study on Just-in-Time Implementation in Portugal: Some Empirical Evidence

Quer dizer que se um tipo levar com um camião desgovernado em cima ou com um carro conduzido por um bêbedo irresponsável é porque não quis viver?

E que tal apelas a este senhor para emigrar para… tipo, sei lá… a Polinésia? A Patagónia?

Tenente-coronel da GNR diz que mortos ‘não cooperaram’

Lourenço da Silva, tenente-coronel da GNR, declarou, no Programa Bom dia Portugal da RTP, que a Guarda Nacional Republicana está de «consciência tranquila» e que os cidadãos que morreram na estrada durante a época do Natal «não quiseram manter-se vivos».

Dúvida parva: como chegou esta pessoa ao cargo a que chegou e como vai, por certo, manter-se nele?

Zorrinho:

Nem sequer é desejável que o Governo caia pela rua

Memorando da ‘troika’ continuará a ter, em 2012, o apoio do PS – pelo menos nos seus objectivos, diz Carlos Zorrinho. Mas já sobre o apoio ao próximo OE, o silêncio é de ouro.

Por ora, o PS de Seguro apresenta-se como ‘fiscalizador’ do Governo. Com a crítica de que as reformas nem começaram.

Novas Oportunidades, 14 centros vão encerrar por incumprimento das metas e 6 fecham por pedido dos promotores.

Este sai um bocado fora de tudo: Armando Vara e a médica.

Fundo de pensões da banca deve ir para a Madeira

A verba que o Governo vai transferir para a Madeira, no âmbito do plano de saneamento, deve sair dos fundos de pensões da banca.

O Governo está a estudar a possibilidade de utilizar a almofada de dois mil milhões do fundo de pensões da banca para pagar o resgate financeiro da Madeira, apurou o Diário Económico.

Fundos de pensões: trabalhadores do BPI falam em «falta de transparência»

Comissão de Trabalhadores do BPI diz que negócio beneficia bancos e não os reformados

Epilépticos terão de ir a juntas médicas para manterem isenção nas taxas moderadoras

Expresso, 30 de Dezembro de 2011

Percebe-se – mas ainda bem – porque o Expresso não larga este tema. Que indicia claramente que temos serviços ditos secretos apenas para fazerem trabalho à conta do Estado para certos interesses.

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