• Todo o indivíduo tem direito a prosseguir os seus estudos de acordo com a sua vocação, o seu mérito, as suas aspirações profissionais e o Estado não deve interferir, limitando a liberdade individual, antes funcionando como mero regulador da oferta, no sentido de todas as vias estarem abertas para a livre expressão da escolha individual. Qualquer atentado à liberdade de escolha é mau e deve ser vigorosamente combatido.
  • Sendo a economia de mercado um jogo entre a oferta e a procura e havendo défice na procura de um determinados estratos ou grupos profissionais, devem os formados nessas áreas adaptar-se a essas condições e redefinir o seu perfil, por forma a inserir-se melhor no mercado de trabalho, do ponto de vista da oferta. Se isso tiver de ser feito em contradição com o princípio anterior da liberdade de escolha da sua opção académica e profissional é apenas uma desvantagem menor no grande cenário do maravilhoso mundo do liberalismo, em que o Estado nada tema  ver com nada, excepto quando os governantes surgem a fazer sugestões.

E quem não se sentir bem com tanta liberdade, emigre, pá!

Se possível para um país com menos liberdade, que é para aprender a apreciá-la!