Quarta-feira, 28 de Dezembro, 2011


Badly Drawn Boy, Silent Sigh

Adjectivos sem causa nem efeito, enfim e em tempo. A velocidade da luz universal ao segundo local, uma espécie de metro.

A intervenção do Estado na sociedade e na economia é má, excepto quando é para financiar os bancos?

Cá não é tanto e a notícia já tem uns tempos, mas não deixa de ser fabulosa…

Fed Loaned Banks Trillions in Bailout, Bloomberg Reports

Secret Fed Loans Gave Banks $13 Billion Undisclosed to Congress

Apanhei a estórinha no Daily Show e é fantástica: a Reserva Federal emprestou o que em termos técnicos se designa por uma pipa descomunal de massa aos bancos americanos, com uma taxa de juro de 0,01%, sem dizer nada a ninguém, enquanto o Estado depois pedia empréstimos à banca com juros a 3%, permitindo assim um lucro na ordem da obscenidade.

Como é nos States deve entrar na rubrica do Liberalismo Moderado.

é que era, também ele, falso.

  • Todo o indivíduo tem direito a prosseguir os seus estudos de acordo com a sua vocação, o seu mérito, as suas aspirações profissionais e o Estado não deve interferir, limitando a liberdade individual, antes funcionando como mero regulador da oferta, no sentido de todas as vias estarem abertas para a livre expressão da escolha individual. Qualquer atentado à liberdade de escolha é mau e deve ser vigorosamente combatido.
  • Sendo a economia de mercado um jogo entre a oferta e a procura e havendo défice na procura de um determinados estratos ou grupos profissionais, devem os formados nessas áreas adaptar-se a essas condições e redefinir o seu perfil, por forma a inserir-se melhor no mercado de trabalho, do ponto de vista da oferta. Se isso tiver de ser feito em contradição com o princípio anterior da liberdade de escolha da sua opção académica e profissional é apenas uma desvantagem menor no grande cenário do maravilhoso mundo do liberalismo, em que o Estado nada tema  ver com nada, excepto quando os governantes surgem a fazer sugestões.

E quem não se sentir bem com tanta liberdade, emigre, pá!

Se possível para um país com menos liberdade, que é para aprender a apreciá-la!

Anda o ministro Crato a tentar fazer as coisas com o cuidado possível para não aumentar as perturbações, mesmo quando toma decisões perturbadoras, para depois lhe estragarem o esforço todo.

Mesmo a reforma curricular foi apresentada como minimal e envolvida por garantias de que não serão afectados professores dos quadros e que se tentará reduzir o impacto. Palavras do ministro e do SE João Almeida.

Vai daí vem o PM e diz o que disse. OK, teoricamente falou sobre os professores que ainda estão fora dos quadros, o que em tempos de crise, aposta na falta de solidariedade profissional. E ainda se tentou que a discussão fosse abafada com os mais diversos argumentos de bastidores,

Mas depois falaram o ministro Relvas, o eurodeputado Rangel e um punhado de blogueiros entusiasmados com a ideia. O que dá a entender que o húmus ideológico está bem adubado e que não foi acidente de percurso.

E a coisa fica agitada.

Eu se fosse ao ministro (vadre retro belzebu só a ideia!) puxaria do gabarito da idade e influência e aconselharia à miudagem o que o rei Juan Carlos aconselhou ao Hugo Chavez.

Porque – sinceramente! – não há pachorra para…

Exmo(a) Senhor(a) Director(a),

No âmbito da migração de aplicações informáticas e procedimentos internos associados a essa migração, a DGRHE vai limitar o acesso à aplicação Bolsa de Recrutamento/Contratação de Escola.

Assim, informo V. Exa. do seguinte:

 A partir das 23:59 horas de hoje as Direcções Regionais de Educação não validam mais pedidos de horários. Esta validação será de novo possível a partir do dia 4 de Janeiro de 2012, inclusive.

Os horários da Bolsa de Recrutamento que não ficarem ocupados na BR que tem lugar amanhã, dia 28 de Dezembro, não vão ficar disponíveis para CE.

A próxima Bolsa de Recrutamento apenas decorrerá no próximo dia 9 de Janeiro de 2012.

Com os melhores cumprimentos.

O Director Geral

Mário Agostinho Alves Pereira

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