Segunda-feira, 26 de Dezembro, 2011


The Bible, Honey Be Good

Só para indefectíveis da pop dos anos 80 de que nem a M80 se lembra.

Economic democracy – the left’s big new idea

Peter Tatchell says the democratisation of the economy is the key to a fairer, more just society.

Não digam nada ao Duque, ao tipo da AICEP e aos outros gurus(inhos).

Libya after Gaddafi: ‘The continuity is striking’

The National Transitional Council’s ‘new Libya’ is all too familiar, writes Tommy Miles.

E gosto do Marco Pinto, muito objectivo.

Quanto aos telefonemas… bem… eu tenho um grande treino em ouvir e ler coisas desvinculantes.

Uma amiga minha disse que eu estava meigo… devia ser dar anemia, porque só comi uma sopinha e um cachorro a caminho de lá…

Não, do modo nenhum, mesmo que eu tivesse muito dinheiro – não o gastaria em passagens de ano na Madeira.

 

Também já tive a ocasião de dizer que a orientação geral de todas essas reformas será a democratização da nossa economia. Queremos colocar as pessoas, as pessoas comuns com as suas actividades, com os seus projectos, com os seus sonhos, no centro da transformação do País. Queremos que o crescimento, a inovação social e a renovação da sociedade portuguesa venha de todas as pessoas, e não só de quem tem acesso privilegiado ao poder ou de quem teve a boa fortuna de nascer na protecção do conforto económico

Queremos que estas reformas nasçam de baixo para cima, queremos criar as condições para que todos os Portugueses, cada um dos Portugueses, nas suas escolhas, com o seu trabalho, com as suas capacidades, construa o seu próprio futuro e, em conjunto, o futuro de todos.

É que este acesso de liberalismo basista é comovedor, embora obviamente impraticável depois da população qualificada ter emigrado, da banca ter absorvido todo os estímulos em circulação para a recapitalização e de grande parte da população acima dos 45 anos ou 50 anos ficar desempregada e sem dinheiro nem para criar uma mercearia, normal quanto mais um delicatessen.

2012 será um ano de grandes mudanças e transformações. Transformações que incidirão com profundidade nas nossas estruturas económicas. São estas estruturas que muitas vezes não permitem aos Portugueses realizar todo o seu potencial, que reprimem as suas oportunidades, que protegem núcleos de privilégio injustificado, que preservam injustiças e iniquidades, que não recompensam o esforço, a criatividade, o trabalho e a dedicação. São estruturas que têm de ser mudadas.

Estamos a falar do quê: do subsídio de desemprego ou dos gestores nomeados pelos Governos que rodam sempre pelas mesmas empresas de topo.

Do estado de excepção fiscal em que vive a banca ou do facto de um trabalhador por conta de outrem não poder deduzir praticamente nada?

 

 

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