Porque não estender a teoria económica do visionário deputado da Nação por Aveiro?

E, se os Estados endividados a podem aplicar aos bancos estrangeiros, porque não aplicá-la à banca nacional e deixar de pagar as dívidas aos bancos, quando os créditos para pagar a casa, o jipe e mais umas coisas, começarem a pesar demais?

Marimbemo-nos na banca que, quando não é para receber crédito, não passam de uns capitalistas exploradores do povo?

Vá lá, malta das esquerdas corajosas da boca para fora, que nunca deixou de usar cartões de crédito, nem optou por uma economia de recolecção, para quando um movimento popular de incumprimento generalizado do pagamento das dívidas aos bancos?

Sejam coerentes! Apelem ao boicote aos bancos!

(que realmente têm as suas culpas no cartório,  estando longe de ser inocentes…)

Mas não tipo Cantona!

Que tudo entre mesmo em colapso, que da destruição completa do sistema financeiro capitalista renasça o mundo ideal da utopia da troca directa.

Ahhhh… a destruição criadora!

Não esqueçamos que a origem do conceito, embora não do termo específico, é marxista.

Antes de Schumpeter houve o jovem Sombart (que acabou em nazi, eu sei, daí a ironia profunda de todas estas coisas)!