Sexta-feira, 16 de Dezembro, 2011


Caravan Palace, Suzy

Mais pessoal a marimbar-se para as dívidas, sócratesstyle!

70 milhões de dívidas das autarquias a fornecedores, escolas em risco de ficar sem refeições. RTP.

A Revisão da Estrutura Curricular apresentada leva ao desaparecimento, no mínimo, de 6000 horários

Portas corteja Seguro para revisão constitucional

Miguel Freitas crítica encerramento de Centro de Novas Oportunidade em Faro

O anúncio do encerramento do Centro de Novas Oportunidades (CNO) da Escola de Hotelaria e Turismo de Faro foi recebido com indignação pelo deputado socialistas, Miguel Freitas. O encerramento está previsto para o final de janeiro e ocorrerá simultaneamente com os CNO de Lisboa e Coimbra. Importa referir que este CNO é o único com sede em Faro e o único a fazer o reconhecimento profissional na área da hotelaria e turismo no Algarve.

Escolas de Hotelaria: PS questiona fecho dos centros de novas oportunidades

O deputado socialista Mário Ruivo é um dos subscritores de um requerimento ao Governo onde se questiona o encerramento dos Centros Novas Oportunidades (CNO) das Escolas de Hotelaria e Turismo, onde se inclui a de Coimbra.

“O CNO da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra, que contava com mais de 700 pessoas em reconhecimento de competências e formação, num orçamento de aproximadamente 180 000 euros, deixa sem formação e qualificação um sector que estava a melhorar significativamente os seus níveis de qualificação, colocando em causa a vida profissional de 10 colaboradores que ali estavam a exercer a sua actividade”, refere o parlamentar, líder distrital do PS.

PS questiona Governo sobre extinção de centros de Novas Oportunidades

O PS quer saber os motivos que levaram o Governo a extinguir três centros de Novas Oportunidades do Instituto de Turismo de Portugal que funcionam nas escolas de Hotelaria e Turismo de Coimbra, Lisboa e Faro.

Recuo ou algo mais do que isso?

Governo recua na mudança de vínculo dos docentes

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) recebeu hoje o documento final do Estatuto da Carreira Docente (ECD), de onde desapareceu a mudança que iria transformar o vínculo dos docentes num contrato de trabalho individual com a administração pública.

«A Fenprof recebeu a versão final do projecto de decreto-lei que será aprovado em conselho de ministros, confirmando que foram dele retiradas as alterações previstas aos artigos 29.º, 31.º, 56.º e 64.º», explica o sindicato em comunicado enviado às redacções.

Segundo os sindicalistas, este recuo do Governo – que chegou a apresentar uma proposta de onde desaparecia o vínculo por nomeação provisória ou definitiva, que agora rege a carreira docente – vem ao encontro do que ficou decidido no encontro negocial da passada sexta-feira.

Recorde-se que o ECD estava em processo de revisão, para incluir os aspectos introduzidos pelas alterações acordadas entre sindicatos e Ministério da Educação e Ciência (MEC) sobre a avaliação do desempenho docente.

No entanto, na semana passada os sindicalistas foram surpreendidos com um documento que alterava o tipo de vínculo que os professores têm com o Estado. Algo que foi visto como uma forma de acabar com o estatuto de carreira especial e como uma via para abrir a porta a despedimentos de professores.

As mudanças feitas no documento final do Estatuto da Carreira Docente fizeram a Fenprof desistir de requerer o período de negociação suplementar sobre esta matéria, cujo prazo expira amanhã.

Negligente é a Tua Tia

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