Quinta-feira, 15 de Dezembro, 2011


Chopin, Nocturno nº e tal (ahpoizé!)

E olha-me o pópe:

Isto é um mundo!!! Parece o Puarto, carago, não, carago! Aveiro, isso sim!

agora que já só temos para falar das sombras interditas
quando desenhamos com cuidado as horas igualmente repartidas
dizemos ainda ser a flor certa um sorriso desconhecido
muitas vezes sonhada e sempre verdadeira

 

ninguém subirá ao púlpito para gritar que estamos perdidos
e estaremos perdidos por nisso acreditarmos vagamente

 

esta flor mágica sempre visível na seiva petrificada
corrompe a nossa fé e recupera fragmentos intocáveis
repete texturas esquecidas quando se refigura
recorda-nos ser inacessível a verticalidade da superfície polida

 

eu aviso-vos para que não queiram crer sem acreditar

dizia o púlpito sempre a descer por escadas cristalinas

 

a limitação do olhar ou recordações que se bebem sem respirar
estaremos no fluxo da alma desmedida e sempre aí retidos
olharemos relógios fixos e as suas imagens tácteis
suspiraremos pelas margens sombrias onde já nos sitiamos

A menina marimba(-se)?

Mais do que a própria substância, é o tom, a forma, a bruteza da criatura quando largada num habitat confortável.

Embora depois meta as mãos pelos pés.

Hoje, Pedro Nuno Santos afirmou à agência Lusa que estas declarações captadas por uma rádio local correspondedm a “alguns segundos de uma intervenção muito longa” feita “num registo mais popular e informal” e negou ter feito “a apologia do não pagamento da dívida”.

E isto é um economista com currículo como Presidente da Mesa da RGA do ISEG… A mesma instituição que nos deu João Duque para comentador da SICN.

de olhos bem abertos

SOPCOM quer ser ouvida na definição de políticas educativas

Moisés Lemos Martins, presidente da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM), reivindicou hoje que esta associação seja ouvida pelo Governo na definição das políticas de ensino e ciência para a área.

E há quem ache que sim… Maravilhoso!

O professor da Universidade do Minho falava na abertura do VII Congresso da SOPCOM — a decorrer até sábado na Faculdade de Economia da Universidade do Porto e que reúne diversos especialistas na discussão em torno do tema «Meios Digitais e Indústrias Criativas – os efeitos e os desafios da Globalização».

Presente na sessão de abertura estava o secretário de Estado Adjunto do Ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Feliciano Barreiras Duarte, que, «respondendo ao repto do presidente da SOPCOM», prometeu «transmitir as suas preocupações aos colegas do ministério da Educação».

temos que criar uma sociedade qualquer e começar por aí a clamar para ser ouvidos.

Por exemplo a SONSA – Sociedade Nacional da Sensaboria e Anormalidade.

E representa parte da Nação.

Estive a ver nos noticiários. A gravação das declarações, as novas declarações e o esforço inglório (por momentos tive pena) do chefe da bancada.

Assim, isto não é oposição, não é nada.

Num país decente, qualquer líder seguro teria os tintins no sítio para o colocar a ele no sítio.

Mas são jotinhas, de gerações diferentes, mas…

Página seguinte »