Sábado, 10 de Dezembro, 2011


Ry Cooder, How Can A Poor Man Stand Such Times And Live?

Grande barrete está a levar o Mourinho.

Quanto ao SCP… bem… jogamos com guarda-redes e ele é bem bom, ok?

(c) Maurício de Brito

É só mirones!

Opernplatz

Outra vergonha no Agrupamento de Escolas de Sátão

Complementando:

Caros Pais
Após a decisão da DREC de reconhecer os representantes dos pais para terem assento no CGT eleitos na Assembleia de Pais a 6 de Novembro de 2010, foi convocada reunião pelo presidente do conselho geral transitório para reunirmos no dia 9 de Dezembro de 2011, pelas 19h na Escola Sede do Agrupamento Frei Rosa Viterbo.
Lamentavelmente na entrada para a reunião verificou-se a presença de 3 pais que não tinham sido convocados. Estes foram convidados a sair pelo presidente do CGT e não sairam, tendo sido permitida a sua presença pelo presidente do órgão e com a cumplicidade do presidente da CAP que também estava presente. Afirmo isto, porque testemunhei que estes pais que não foram convocados, chegaram a pedir a demissão do presidente do órgão, chamaram-no de incompetente, etc.
Passado 1/2 a reunião ainda não estavam reunidas as condições para realização da mesma e os 3 pais intrusos mantinham-se na sala tendo os restantes conselheiros, abandonada a reunião.
Lamento a atitude destes pais que dizem defender o interesse dos seus filhos, quando marcam a sua presença numa reunião para a qual não foram convocados e não respeitam as decisões da tutela.
Como representante dos pais legalmente reconhecido pela tutela, verifico que a presença destes pais intrusos, só foi permtida por alguém que tem interesse em dar continuidade a esta polémica que se arrasta desde Novembro de 2010, respetivamente o presidente da CAP e o sr José Bernardino.
Estas atitudes e cumplicidades só me dão forças para continuar a lutar pela defesa de uma escola com qualidade para a minha filha Inês e os filhos e Educandos dos Pais que represento na qualidade de presidente do conselho executivo da Apeagesatao.
Atentamente
Rui Martins

… por causa da questão da criancice das dívidas a (não) pagar é a sua forma de encarar as crises na sua relação com a popularidade dos políticos.

Aqui, a partir dos 47” começa a explicação que, pelos vistos, José Sócrates tem para a sua queda política. Os tempos são terríveis, porque a crise dá cabo da reputação e da popularidade dos políticos.

Anote-se que ele não fala de dificuldades governativas, mas da popularidade, a sua verdadeira preocupação. E explica que a crise é que derrota os políticos, ao diminuir-lhes a popularidade.

Ao menos tem a consciência de não ser um estadista ao nível de um Roosevelt, de um Churchill, mesmo de um Kohl (num plano diferente dos anteriores, com as dificuldades da reunificação alemã) que enfrentaram fortíssimas conjunturas de crise, aumentando a sua popularidade pela forma como as enfrentaram. Mesmo quando perderam o poder, em especial no caso de Churchill, a sua reputação nunca ficou em causa.

… que fizeram seis meses de estudos algures, ou lá foram visitar a Universidade de acolhimento de três em três ou mesmo que viveram uns anitos como fellows é que pensam que viram o mundo por terem conhecido os subúrbios académicos de uma cidade universitária americana ou europeia.

Trouxeram de lá, em regra que admite excepções, uns certificados de estudos para pacóvio admirar, uns ademanes, uns salamaleques, uns tiques linguísticos, alguns livros interessantes e um certo desprezo pela parvónia, mas tudo sem a veia e o talento de um Eça e sem a oportunidade de um Verney. Tudo mais parecido com o frontispício de um eurodeputado ex-jota que foi arranjar dinheiro para a vidinha em Bruxelas e Estrasburgo e vem de lá como se tivesse vivido três vidas de cosmopolitismo.

Mas temos de aturá-los, essa é que é essa. Por vezes até nos surpreendem por não terem perdido o fio de ligação à terra mas o mais comum é aquela atitude e cenho de superioridade intelectual, muito própria de quem já não distingue o amendoim da alcagoita.

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