Terça-feira, 6 de Dezembro, 2011


Este PS que nem sequer teve a coragem para verdadeiramente se renovar…

PS acusa Governo de nomear ‘boys’ para administração pública

PS considera actuação do Governo “incompreensível” e “inaceitável” no que respeita a critérios de nomeações.

A crítica foi feita pela vice-presidente da bancada socialista Sónia Fertuzinhos, na Assembleia da República, numa declaração em que considerou a actuação do Governo “incompreensível” e “inaceitável” no que respeita a critérios de nomeações.

Mas qual é o trajecto profissional desta insigne deputada da Nação? Quando passou de girl ao serviço do PS?

Mário Soares espera que o primeiro-ministro dê “um murro na mesa” na cimeira europeia, alertando para as dificuldades das empresas.

Anda tudo parvo! Neste caso, já nos habituámos.

Agora sobre atropelos à constitucionalidade cá no contenente ou no bananal madeirense, o nosso PR não lhe apetece ser um factor negativo de perturbação. Se nem o ps Galamba mais velho o quer, quanto mais…

Juízes pedem a Cavaco que verifique legalidade do Orçamento

… é para os escolhidos.

CIP congratula-se com utilização da “almofada” no défice para pagamento de dívidas do Estado

Repito o que já escrevi: é um bocadinho coiso andar a falar em estímulo da economia com base no dinheiro por conta dos futuros aposentados…

… mas deve ser bem potente.

Sendo verdade e nada tendo a esconder a esse respeito, declarei perto de 200o euros como fruto de escasso trabalho independente em 2010, sendo englobados esses rendimentos na declaração anual que então fiz.

Vai daí, graças a uma extrapolação que dizem com base legal, o ISS manda-me uma carta a dizer que devo pagar mensalmente quase 190 euros com base no que chamam rendimento relevante.

Vamos lá a ver se percebo: devo pagar durante 2012 mais de 220o € com base numa declaração inferior a 2000€?

A sério?

E acham que eu vou nisso?

A sério?

Remetem para legislação ainda de Janeiro de 2011, dos tempos do engenheiro, mas eu quero lá saber…

Já vi que tenho ocupação para a pausa lectiva do Natal…

Concordo com o que ouvi há pouco a Pacheco Pereira. A forma como a Ângela e o Nicolau estão a tratar as questões europeias é meio caminho andado para o renascimento dos nacionalismos, em especial nas periferias do Grande Centrão.

Pressionados internamente, ambos optam, por uma via de imperialismo económico e financeiro para submeter as turbas. O Nicolau faz mau negócio porque se a ideia é repartir esferas de influência, a França ficará com os pobres mediterrânicos, enquanto a Alemanha ficará com os disciplinados, embora justamente desconfiados, centro-europeus (checos, polacos, eslovacos, austríacos).

Só que esse é um plano que necessariamente fracassará, podendo levar-nos a algo muito pior do que o desregulamento financeiro. E notemos que é um plano que dificilmente não será partilhado pelas alternativas políticas internas, por muito que o SPD ou o PSF digam o contrário.

Seria mais interessante tentarem lidar com os mercados que tanto parecem adorar ideologicamente, mas não na prática.

Quer nas urgências, quer nos centros de saúde, as novas taxas moderadoras passam a ser o dobro das cobradas actualmente.

Paulo Macedo assegurou que ninguém deixará de ser atendido no Serviço Nacional de Saúde se não tiver dinheiro para pagar as taxas moderadoras, garantido que o número de pessoas isentas vai aumentar, passando de 4,4 milhões para 5,1 milhões.

O ministro da Saúde comprometeu-se também a garantir um médico de família para todos os portugueses até ao final da legislatura.

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As consultas de especialidades caíram 37 por cento nos centros de saúde. Há menos meio milhão de atendimentos a crianças e jovens. A associação dos doentes com esclerose queixa-se de entraves colocados à ministração de medicamentos mais caros. “Quem quer saúde, paga-a” é um preceito constitucional não escrito mas aplicado pela casta dirigente à revelia do texto da Constituição. E assim, em certos casos, deixa de ser o médico para passar a ser o guarda-livros a receitar os medicamentos mais apropriados, não em função da adequação ao caso clínico mas do preço.

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