Terça-feira, 6 de Dezembro, 2011


Thomas Dolby, Europa and the Pirate Twins

Vejam bem.

É um aborrecimento, amanhã à tarde lá tenho que sofrer mais um início de fim-de-semana.

E a vós? Já enjoa a popota-psicótica na tv e a ave-maria na estridulância da rua.

Hum!, hoje o tal pinto não falará do SLB.

E nem sou de nenhum, menos do outro…

… pelo menos que não sejam coisas que não pareçam rematadas parvoíces, seja de velhos, seja de novos. O Livresco mandou-me um bom lote de ligações, mas olho, leio e parece-me que o manicómio se instalou para durar e sem hora para fechar as portas.

Em matéria de Educação continuamos no limbo, com o grande debate nacional sobre a reorganização curricular do Ensino Básico restrita a “grupos de trabalho”, algo que eu consideraria um eufemismo hiperbolizante para o lançamento de hipóteses seguidas de contas de aritmética e de política na busca da melhor relação poupança orçamental/custos políticos.

Assim como que à maneira de uma mercearia das antigas, mas com máquina de calcular moderna.

Quanto ao mais, o país ensandeceu, a Europa parece ter-se aportuguesado com almoços para decidir assuntos sérios e o mundo, em particular e geral, a tornar-se um lugar um bocado cómico, não fosse a tragédia de tantos.

Na ausência de pretexto directo, apenas para não dizer que o boneco fica mais tempo à espera, aqui deixo o ministro Álvaro da forma como eu e o Luís Guerreiro o vemos.

 

Não encontro um título adequado a este post

Este PS que nem sequer teve a coragem para verdadeiramente se renovar…

PS acusa Governo de nomear ‘boys’ para administração pública

PS considera actuação do Governo “incompreensível” e “inaceitável” no que respeita a critérios de nomeações.

A crítica foi feita pela vice-presidente da bancada socialista Sónia Fertuzinhos, na Assembleia da República, numa declaração em que considerou a actuação do Governo “incompreensível” e “inaceitável” no que respeita a critérios de nomeações.

Mas qual é o trajecto profissional desta insigne deputada da Nação? Quando passou de girl ao serviço do PS?

Mário Soares espera que o primeiro-ministro dê “um murro na mesa” na cimeira europeia, alertando para as dificuldades das empresas.

Anda tudo parvo! Neste caso, já nos habituámos.

Agora sobre atropelos à constitucionalidade cá no contenente ou no bananal madeirense, o nosso PR não lhe apetece ser um factor negativo de perturbação. Se nem o ps Galamba mais velho o quer, quanto mais…

Juízes pedem a Cavaco que verifique legalidade do Orçamento

… é para os escolhidos.

CIP congratula-se com utilização da “almofada” no défice para pagamento de dívidas do Estado

Repito o que já escrevi: é um bocadinho coiso andar a falar em estímulo da economia com base no dinheiro por conta dos futuros aposentados…

… mas deve ser bem potente.

Sendo verdade e nada tendo a esconder a esse respeito, declarei perto de 200o euros como fruto de escasso trabalho independente em 2010, sendo englobados esses rendimentos na declaração anual que então fiz.

Vai daí, graças a uma extrapolação que dizem com base legal, o ISS manda-me uma carta a dizer que devo pagar mensalmente quase 190 euros com base no que chamam rendimento relevante.

Vamos lá a ver se percebo: devo pagar durante 2012 mais de 220o € com base numa declaração inferior a 2000€?

A sério?

E acham que eu vou nisso?

A sério?

Remetem para legislação ainda de Janeiro de 2011, dos tempos do engenheiro, mas eu quero lá saber…

Já vi que tenho ocupação para a pausa lectiva do Natal…

Concordo com o que ouvi há pouco a Pacheco Pereira. A forma como a Ângela e o Nicolau estão a tratar as questões europeias é meio caminho andado para o renascimento dos nacionalismos, em especial nas periferias do Grande Centrão.

Pressionados internamente, ambos optam, por uma via de imperialismo económico e financeiro para submeter as turbas. O Nicolau faz mau negócio porque se a ideia é repartir esferas de influência, a França ficará com os pobres mediterrânicos, enquanto a Alemanha ficará com os disciplinados, embora justamente desconfiados, centro-europeus (checos, polacos, eslovacos, austríacos).

Só que esse é um plano que necessariamente fracassará, podendo levar-nos a algo muito pior do que o desregulamento financeiro. E notemos que é um plano que dificilmente não será partilhado pelas alternativas políticas internas, por muito que o SPD ou o PSF digam o contrário.

Seria mais interessante tentarem lidar com os mercados que tanto parecem adorar ideologicamente, mas não na prática.

Quer nas urgências, quer nos centros de saúde, as novas taxas moderadoras passam a ser o dobro das cobradas actualmente.

Paulo Macedo assegurou que ninguém deixará de ser atendido no Serviço Nacional de Saúde se não tiver dinheiro para pagar as taxas moderadoras, garantido que o número de pessoas isentas vai aumentar, passando de 4,4 milhões para 5,1 milhões.

O ministro da Saúde comprometeu-se também a garantir um médico de família para todos os portugueses até ao final da legislatura.

.

As consultas de especialidades caíram 37 por cento nos centros de saúde. Há menos meio milhão de atendimentos a crianças e jovens. A associação dos doentes com esclerose queixa-se de entraves colocados à ministração de medicamentos mais caros. “Quem quer saúde, paga-a” é um preceito constitucional não escrito mas aplicado pela casta dirigente à revelia do texto da Constituição. E assim, em certos casos, deixa de ser o médico para passar a ser o guarda-livros a receitar os medicamentos mais apropriados, não em função da adequação ao caso clínico mas do preço.

O Mao, mais propriamente.

Número dois dos khmers vermelhos diz que eles “não eram más pessoas”

 

Em especial vinda do partido que fez a razia que conhecemos em matéria de encerramento de centros de saúde.

Há bocado, num noticiário, ouvia a gravação da intervenção de António Serrano no fórum desta manhã da TSF, que agora fala sobre Saúde no PS, a dizer que a política a desenvolver no sector deveria ser a de não encerrar centros de saúde e deixar o interior sem este tipo de estruturas

E a seguir Ana Jorge, que os encerrou com um sorriso.

Mas esta gente é parva, quer fazer de nós parvos ou apenas se esqueceu de tomar a medicação contra a senilidade precoce?

Soou-me estranhamente, em especial quando no masculino. Tenho as minhas costelas alentejanas, sei que ninguém tem culpa dos apelidos patuscos que são comuns na região (tive sorte, saiu-me Alves), mas um tipo até se esquece da conversa fiada sobre as Novas Oportunidades e das saudades que parece estar a deixar o mecanismo certificador de Lemos & Capucha.

Deputados do PS e PCP preocupados com o futuro das “Novas Oportunidades”

As indefinições em torno do futuro das “Novas Oportunidades” preocupam os deputados Pita Ameixa, do PS e João Ramos, do PCP. Os deputados exigem explicações ao Governo.

Pita Ameixa, deputado do PS eleito por Beja, questionou os ministros da Educação e da Economia sobre o programa Novas Oportunidades.

Eu teria negociado com a troika mais um ano para o ajustamento

Na conferência do Económico, António José Seguro propôs uma estratégia para o crescimento com o Governo, empresas e sindicatos.

António José Seguro quer que o Governo pense o país a médio e longo prazo e que defina com a oposição, as empresas e os sindicatos uma ampla estratégia nacional para o crescimento económico. E o PS, garantiu o secretário-geral socialista, “está” disponível para essa convergência. Só assim – contrapondo o crescimento económico à austeridade – o país poderá sair da crise de “forma sustentada”.

 

Estado paga milhões a advogados por ajuste directo

O Estado gastou mais de cinco milhões de euros, sem concurso público, com serviços contratados a escritórios de advogados.

Empresas, Governo e outros organismos públicos contratam as maiores sociedades de advogados para pareceres e outros serviços jurídicos. Metade dos cinco milhões de euros gastos em ajustes directos em 2011 foram entregues a quatro escritórios. A Sérvulo Correia, que lidera a lista dos ajustes directos, recebeu no ano passado quase 800 mil euros.

 

 

‘Não’ a alteração curricular sem participação do sector

A Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) e a Confederação das Associações de Pais (Confap) manifestaram-se hoje, no Porto, contra eventuais alterações curriculares que venham a ser introduzidas sem a participação do sector.

Página seguinte »