em afirmação dubiamente quantificada!
Estava ali um amor que se ausentava, estava ali,
colorido.

Era uma espada que eu afastava continuamente
até já não haver a revoada dos acasos. Era a impotência a face cismada.

Um momento, prefiro morrer depois – ainda mesmo se não agrada a ilusão que remói,
que constrói, que altera o sobrar do sono – demasiado.

Aqui, aqui, aonde fiquei a olhar se vinha indestinada uma quantidade enorme
de vislumbres. De párias. De gente e de olhos, de segredos de que eu soubesse o ai.

Languidamente observo o dia, há sempre uma ou outra noite que cai,
chamam-lhe tempo e euforia, chamam-lhe rumores que não havia.