Mas há quem tenha saudades de quem assinou o acordo com a troika. Que, tirando o cabecilha e mais dois ou três, permanecem no comando do PS, só que com um líder a querer parecer qualquer coisa que não se sabe (nem o próprio) o que será.

PS abstém-se da greve e clama pela concertação

“O PS não toma posição sobre a greve geral” da próxima quinta-feira e, “enquanto partido político, não participa” nela, disse ontem ao DN Miguel Laranjeiro, dirigente socialista responsável pelos assuntos sociais e laborais.

No congresso da Corrente Sindical Socialista (CSS) da CGTP-IN, que hoje será encerrado pelo líder do PS António José Seguro, Laranjeiro não falou do tema – apesar de a greve ser tema central do congresso e de o apelo à participação estar afixado no púlpito.