Não é em termos relativos ao passado, ao futuro ou a outros partidos, mas meramente em relação ao estado actual do país. O que adianta existir o PS no estado catatónico em que ficou, com o Ricardo Rodrigues a falar de Justiça, o Carlos Zorrinho a liderar o grupo parlamentar e o Paulo Campos com carta branca para falar de economia e obras públicas?

(isto para não falar das crónicas do Assis no Público que cansam ao fim de dois parágrafos e de um Seguro que ora tem folga, ora não, sendo a sua maior dúvida se o 5 de Outubro merece ser feriado ou nã0.)