Segunda-feira, 24 de Outubro, 2011


Orlando Riva Sound, Indian Reservation

Desconhecia isto. Não perdia nada musicalmente, mas confesso que perdia umas boas gargalhadas.

Não, não é a Cher.

Lumiar, Escola Básica 34, pais protestam pela falta de auxiliares e de condições de segurança.

Suicídio de uma criança que era vítima de Bullying

Corte de subsídios, Associação Sindical dos Juízes acusa o governo de violar o a constituição.

legislação

Nem comento.

O Sportém… coiso.

Acerca da continuidade do processo judicial que me foi colocado pelo jornalista-demógrafo Paulo Chitas de que aqui dei conta, por causa em parte deste post com pouco mais de um ano, gostava de por agora deixar apenas algumas notas:

  • Estava quase convicto de que o Ministério Público, nos tempos que correm, teria mais que fazer do que acompanhar este tipo de Acusação Particular. Enganei-me.  Pensei que aquilo que encarei como ofensa e distorção dos factos pelo jornalista-demógrafo (perceberão porque assim o designo daqui a algum tempo) se solucionasse pela troca de espadeiradas verbais, não me tendo eu apercebido dos grandes danos provocados à honra da criatura, pois me parecem bem menores do que os que ele provocou relativamente aos professores com a sua escrita.
  • Não faço ideia do que posso ou não revelar do que recebi hoje pelo correio, incluindo os detalhes da acusação e testemunhas do denunciante/assistente, mas acho curiosas certas afinidades e disponibilidades que, só por existirem, são uma quase confissão. Mas quem me conhece bem e quem comigo já tenha jogado xadrez ou poker sabe certamente que não ficarei à espera de uma solução segura.
  • Acho ainda igualmente curioso que a polémica tenha sido gerada em torno dos efeitos do famigerado acordo de 7 de Janeiro de 2010 que serviu para que alguma imprensa e opinadores agitassem os encargos com as progressões dos professores como razão de uma derrapagem orçamental que agora se sabe ter sido imensamente maior, para além de que as tais progressões ao abrigo do acordo foram mínimas. E que o mesmo acordo continue a ser defendido por algum sindicalismo com enorme conquista, dando em parte razão àquelas acusações. Após um ano, mas mesmo na altura, é (e era) evidente que o que foi escrito na peça zurzida não era verdadeiro.
  • Por fim, neste momento, sublinhar como uma ex-ministra da Educação se presta a ser testemunha de acusação de um caso destes, que recai já sobre factos ocorridos no mandato da sua sucessora. Só que, por outro lado, isto abre-me uma porta para alargar a minha defesa e, por exemplo, promover diligências para comprovar com dados objectivos porque encarei a prosa do jornalista-demógrafo Chitas como ofensiva para os professores, enquanto classe profissional, e para mim, em particular.

Resta saber se é apenas para alguém fazer umas viagens a Portugal e pernoitar em hotéis de mão-cheia de estrelas. Em tempos conheci casos assim de quem cá vinha inspeccionar encargos e acabava a desfrutar dos ditos.

De qualquer maneira é uma certa (e certeira) desautorização das entidades reguladoras nacionais, em regra poiso para aves de arribação política.

Bruxelas investiga reestruturação do BPN

A Comissão Europeia deu início a uma investigação aprofundada para determinar se a proposta de reestruturação do Banco Português de Negócios (BPN) está em consonância com as regras da UE em matéria de auxílios estatais.

O BPN foi nacionalizado em 2008, tendo beneficiado de diversas medidas de apoio estatal. “O início de uma investigação aprofundada permitirá à Comissão recolher todas as informações de que necessita para apreciar a compatibilidade do auxílio e dá aos terceiros a oportunidade de apresentarem as suas observações sobre a matéria, sem condicionar o resultado da investigação”, refere um comunicado de Bruxelas.

Falta “texto jurídico confortável”

Na passada sexta-feira, o presidente do BIC em Portugal, Mira Amaral, assegurava que “o entendimento em relação ao negócio” para a aquisição do Banco Português de Negócios estava “claro”, faltando apenas “passar para um texto jurídico confortável”: “Muitas vezes, o que é difícil é passar isto para um texto jurídico confortável para ambas as partes. É isso que está em causa”.

Comentando notícias que apontavam para um risco de inviabilização do negócio, Mira Amaral insistiu na ideia de que “as redações jurídicas às vezes são complicadas”. Pelo que as informações da imprensa seriam “exageradas e especulativas”. “O que está aqui em causa é o exercício de passar para o texto jurídico aquilo que estava acordado no PowerPoint. As redações jurídicas às vezes são complicadas e só há acordo quando fica confortável para ambas as partes”, vincou o responsável, em declarações recolhidas pela Lusa.

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