Domingo, 23 de Outubro, 2011


Van Morrison, When the Leaves Come Falling Down

… e tão evidentes que me vou coibir de parecer quimbarreiros.

Passos à banca: «Estado será accionista passivo»

… é como encaro a Escola Pública (enquanto rede de escolas geridas directamente pelo Estado) daqui por um par de anos. Foi isso que respondi a quem me fez a pergunta a meio da tarde.

Neste momento já nem acho que esteja em causa o que António Nóvoa chamou o transbordamento da Escola. Agora é cada vez mais a sociedade e todos os seus problemas que transbordam para dentro da Escola, esperando dela a resposta para quase tudo, menos para o ensino propriamente dito.

Nuno Crato, uma escatologia, na forma de 500 zeinais bavas que querem “frô”

… por aqueles que vão pagar pelos seus desmandos de décadas. Falo dos políticos-opinadores, avençados dos órgãos de comunicação social público-privada, e não apenas da RTP?

Porque não fazem o favor de nos parar de dar volta ao estômago com declarações de imensa sabedoria técnica, conselhos de inigualável sapiência cívica, quando sabemos que por acção ou omissão foram os primeiros responsáveis por opções desastrosas de governança da coisa pública? Os bessas, os bragasemacedo, os miramaral e etc, que subitamente sabem tanto e tão pouco sabemos que fizeram quando puderam? Mas há quem lhes pague para ocuparem o prime-time opinativo.

O que devemos a um guilhermesilva, a um santanalopes, a um carrilho, a um ferrorodrigues? Ou a tantos outros que se catapultaram de obscuros cargos de secretários de Estado para empresas privadas?

Que benefício concreto para a nação têm para nos apresentar no currículo, para além de uma vida encostada a cargos políticos?

Querem comparar o prejuízo causado por um pinamoura, um vitorino, um pauloportas, um jorgecoelho, um diasloureiro, com as suas negociatas (estradas, submarinos, obras públicas, ora do lado do sector público, ora do lado dos interesses privados no caso de alguns) com o que ganham 1000 funcionários públicos com rendimentos a meio da escala?

Será que se acham no direito (formalmente claro que o têm, mas moralmente não) de aconselhar como devem milhões pagar pelas tropelias de umas  centenas’?

Ao menos os respectivos primeiros, salvo o aníbal, tiveram a decência de se colocar a milhas, do antónio ao josé, passando pelo zémanel, pois sabem bem os danos que fizeram e que colocaram as suas ambições à frente do bem comum.

Cortes no subsídio de Natal dos Professores – Atualizado

Funcionários públicos arriscam nova penalização no IRS em 2012

Vários fiscalistas alertam para o risco de os funcionários públicos serem novamente penalizados no próximo ano, por via dos impostos, caso o Governo não altere as tabelas de retenção de IRS.

A ser aprovada a proposta do Governo, no Orçamento do Estado de 2012, que prevê a suspensão do 13º e 14º mês em 2012 e 2013, os funcionários públicos apenas irão receber 12 salários.

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