Quarta-feira, 19 de Outubro, 2011


The Jesus and Mary Chain, Blues from a Gun

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Despesa em Educação em percentagem do PIB será a menor da União Europeia

António Azenha, Como os Políticos Enriquecem em Portugal, p. 205.

Mexia diz que suspensão de subsídios ‘é normal’

O presidente da EDP afirmou hoje que a suspensão do subsídio de férias e de Natal para a função pública e pensionistas «é normal» numa altura em que é essencial «uma consolidação orçamental».

Mexia não vai cortar subsídios de férias e Natal na EDP

O CEO da EDP, António Mexia, afirmou hoje que não vai suspender subsídios de férias e de Natal aos trabalhadores da empresa.

António Mexia, que falava à margem do congresso dos economistas em Lisboa onde participou como orador, disse aos jornalistas que não iria adoptar o que o Governo decidiu para a função pública, no Orçamento do Estado para 2012, por “não fazer sentido”.

Recebida por mail, com pedido de anonimato:

Declaração – Reunião de Departamento de 19/10/2011

Caros colegas,

O Governo apresentou recentemente na Assembleia da República a sua proposta de Orçamento de Estado para 2012. Como todos sabem, essa proposta (que será, com toda a certeza, aprovada pela maioria dos Deputados) contempla o corte total dos subsídios de férias e Natal de uma grande parte dos funcionários públicos, entre os quais nos incluímos. Não pretendo, aqui, discutir se se trata de uma medida inevitável ou se existiriam alternativas eventualmente mais razoáveis e mais justas para conseguir os mesmos objectivos.

Tenciono apenas dizer-vos que no meu caso, e certamente no de muitos de vós, essa medida representa uma redução no orçamento familiar próxima dos 15%, a que se somarão as perdas resultantes dos efeitos produzidos pela inflação, pelo aumento de impostos e pela redução das deduções a fazer em sede de IRS. Tal como a generalidade dos comentadores que se têm manifestado através da comunicação social, também eu classifico este corte como brutal.

Assim sendo, e vendo-me na inevitável necessidade de repensar e reduzir as minhas despesas e da minha família, passando a ter que fazer algumas escolhas que, até agora, não estavam em causa, decidi que, excetuando, obviamente, as tarefas a que estou obrigado pelo meu estatuto profissional, não irei participar na organização ou na realização de qualquer actividade que se desenvolva na escola para além daquelas, nomeadamente em actividades que impliquem algum dispêndio de ordem financeira da minha parte, como será, por exemplo, o caso de todas as que me obriguem a uma deslocação extraordinária à escola ou à alteração de certas rotinas familiares que impliquem custos adicionais.

Não considero que esteja, com esta atitude, a prejudicar colegas ou alunos (apenas poderei estar a beneficiar estes um pouco menos, tal como terei que beneficiar um pouco menos, ou bastante menos, os meus filhos), pelo que, sem querer interferir na consciência de cada um e respeitando em absoluto todos aqueles que pensem de forma diferente da minha, me atrevo a apelar a que outros tomem atitudes semelhantes.

Por último, na minha qualidade de membro do Conselho Geral desta escola, e em conformidade com o que acabei de declarar, vou, perante todos vós, entregar ao Presidente do referido Conselho uma carta com a minha declaração de renúncia ao cargo para que fui eleito.

Escola ………………………………., 19/10/2011

Onde serão as aulas? No Teijo?

Procura-se marinheiro para oferta de escola do grupo 620

20/10 às 18h00
Sede do Precários Inflexíveis
Rua da Silva, n.º 39
(em Santos, perto da Ass. República)
Lisboa, Portugal

Professores Indignados… A História de uma ocupação
DEBATE com os professores contratados e desempregados que ocuparam o Ministério da Educação, pedindo explicações sobre as medidas (injustificadas) tomadas pelo Governo.
O início do ano lectivo deixou sem trabalho dezenas de milhar de professores/as, depois de várias irregularidades, cometidas pelo ministério da educação. Um grupo de professores contratados e desempregados, indignados com a situação, recusaram-se a sair do ministério para obter respostas do governo e propor soluções.

Paulo Jorge Ambrósio
Lá estarei! Do debate e da discussão… nasce a luz!

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