Segunda-feira, 17 de Outubro, 2011


Bombay Bicycle Club, Lights Out, Words Gone

com o presente – menos com o futuro.

Pagar as dívidas do Zé de Armani e Socas obriga-nos a permanecer no passado.

Miguel Sousa Tavares discorda dos cortes na função pública… estranho…

O sociólogo Boaventura Sousa Santos sobre as manifestações e o FMI.

O Calimero gravou e enviou-me, fica para quem quiser, eu não tenho pachorra para ouvir isto.

Ou só há preocupação quando muda a cor do locatário?

Abaixo-assinado pede obras urgentes na EB 2,3 de Vialonga

Temos pena. Pelos alunos. Porque, pelos vistos, durante anos ninguém se lembrou da degradação. Chegavam as honrarias pessoais.

… entre os subscritores da petição do post abaixo se encontrassem docentes dos cursos de mestrado bolonhês no Ensino da História e Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário.

Eis alguns casos:

Querem mais?

Andaram a dormir quando aqui e em outros espaços se alertou para o que se estava a passar desde 2007/08, com a formação de professores generalistas para os 1º 2º CEB e professores híbridos para o 3º CEB e Secundário?

Porquê?

Será que não há na APH e APG muito boa gente que conhece de perto estes cursos? Que não lecciona nestes cursos?

Pensavam que as pessoas estavam a ser formadas nestes termos para quê, exactamente?

Que se note: nada me move contra os futuros colegas que frequentam estes cursos. Nada mesmo. O que me incomoda é que apareçam vestais ofendidas entre aqueles que os criaram e agora fingem que coiso.

Andamos a brincar ao faz-de-conta?

Recebido por mail. Divulgo porque  concordo, embora não perceba muito bem o que andaram a fazer as duas Associações quando foram criados os cursos de mestrado para o ensino da História e Geografia há vários anos. pensavam que eram recreativos?

Caros colegas e demais concidadãos!

1.O “Diário de Notícias” do dia 13 de Outubro, publicou uma notícia, com chamada de 1ª página, sobre a reforma curricular que o Ministério da Educação estará a preparar para o próximo ano. O jornal destaca, logo na página da frente, a redução da carga horária de História e de Geografia; esta é, também, a primeira das medidas que surgem na imagem que, na página 12, encima a notícia. Na notícia, as disciplinas de História e de Geografia são consideradas “não estruturantes”. O ficheiro que envio em anexo contém o que é publicado pelo Diário de Notícias sobre esta matéria.
2. Infelizmente, esta notícia não surpreende. A unificação da formação inicial de professores, contestada na Petição Pública Nacional, lançada a 23 de Maio e ainda em curso, só pode ser compreendida no quadro de uma desvalorização curricular das disciplinas de História e de Geografia.
Neste momento, temos 2500 subscrições da Petição Pública Nacional, o que é significativo (25% do total dos professores portugueses das duas disciplinas), mas insuficiente para obrigar a Petição a subir ao Plenário da Assembleia da República;  tal não dá também a força necessária para os professores de Geografia e História, também através das Associações que promovem a Petição (APGeografia, APHistória, APGeógrafos, AIGeografia), confrontarem os responsáveis políticos e educativos. A subscrição da Petição surge, nesta altura, como particularmente importante.
3. Junto reenvio o texto da Petição Pública Nacional e a respectiva ficha de subscrições. A Petição está também disponível online, desde 6 de outubro, como sabem, em http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N14927

Vamos lutar por esta e todas as disciplinas que servem para formar os cidadãos dos quais se espera que levantem este país o mais rapidamente possível!
Um grande bem haja a todos!

Ricardo Araújo Pereira:

Os portugueses vivem hoje num país nórdico: pagam impostos como no Norte da Europa; têm um nível de vida como no Norte de África. Como são um povo ao qual é difícil agradar, ainda se queixam. Sem razão, evidentemente.

Como dá para estar em casa, será menor a sensação de estar mal acompanhado por muitos que estiveram com a Situação que nos trouxe aqui e outros tantos que estando contra, agora estão saudosos das pontes, acordos e entendimentos de outrora.

Não sei se faço parte de alguns 99%, nem sequer de uns quaisquer 99. Sei que faria mais de um dia, uma semana que fosse. Treinaria para a perda de subsídios.

Só não me peçam para acampar e arruar ao lado de.

Clicar na imagem.

Por cá, convém que o líder do acampamento não seja o Boaventura Sousa Santos, a menos que renegue os avultados subsídios estatais que recebe o seu observatório.

As comparações com a primavera árabe a praça de Tahrir também deixam muito, muitíssimo, a desejar. Apesar do desejo de confrontos com a polícia, por mínimos que sejam.

… que funciona praticamente em regime de monopólio precisa de gastar tanto dinheiro em sucessivos liftings de imagem e publicidade, incluindo aqueles sacos jeitosos em que o Expresso foi distribuído algumas semanas.

Porque em tempos de crise, os fluxos brutais de investimento publicitário têm o seu significado.

Como passa a EDP a tema central das redes sociais?

Uma crítica negativa à eléctrica nacional impulsionou uma onda de comentários depreciativos a uma acção considerada como “censura” da EDP. A empresa remete esclarecimentos para um recente comentário, em que indica que a sua página de Facebook se rege por um código de conduta semelhante ao da própria rede social.

Os empresários contactados pelo Diário Económico criticam a taxa extraordinária de 5% sobre as empresas que lucram mais de dez milhões de euros. Uns acham que vai ser “difícil encontrar empresas” para taxar, outros que é um valor “brutal”. Outros ainda acusam o Executivo de continuar a escolher a forma mais simples e mais rápida para equilibrar as contas públicas, através do aumento forçado de receita.

A taxa é sobre os lucros! Menos 5% dos lucros! Não é sobre 5% da facturação, criaturas!

Temos uma coisa chamada Tribunal Constitucional, mas às vezes parece que não. Tudo depende.

E já repararam que o novo provedor de Justiça inexiste?

“Temo que o corte dos subsídios seja definitivo” (Bagão Felix)

… ou vou ferir a sensibilidade de alguém?

Para se ser levado minimamente a sério dava jeito não parecer que apenas se quer ser giro para câmara de tv filmar.

Indignados querem expropriar bancos e invadir Casa dos Segredos

Assembleia popular aprovou a suspensão do pagamento da dívida e uma auditoria dos cidadãos às contas do país

Ahhh… e não se esqueçam de anunciar o local, o dia e a hora de lutas tão criativas. E de pedir autorização ao Governo Civil e à entidade que regula os espectáculos de variedades.

Cova da Beira vai a julgamento, mas investigação ficou a meio

Não foi só o papel de Sócrates que ficou por esclarecer. A segunda fase do projecto foi marcada pelo favorecimento de um dos arguidos.

… e tudo com fome e desempregado!

Entretanto não encontro ninguém para a apanha da azeitona – tal como sucedeu para a safra da amêndoa ou para a vindima.

Minto, já encontrei: mas a roubar.

(mais…)