Domingo, 16 de Outubro, 2011



U2, Vertigo, Elevation

 

Fotos da Armanda Sousa

Como é que alguns fazem em Lisboa o que mais ninguém pode

O que aqui se conta é uma história que mostra como a cidade lisboeta chegou ao que é e como muitas teias se tecem. O caso de como uma quinta histórica se tornou um condomínio privado que, afinal, é público.

Se houve coisa que repeti no lançamento dos dois primeiros debates feitos na Buchholz foi a esperança de que os mesmos fossem conversas entre os participantes e não o lançamento de ideias feitas, formatadas e fechadas, umas contra as outras, sem qualquer possibilidade de se encontrarem pontos comuns para avançar numa qualquer nova direcção.

Em relação aos rankings o que temos é isso. Um grande grupo é a favor, sejam eles como forem, porque sim. Um outro grande grupo é contra, sejam eles como forem, porque não.

Assim não se chega a lado nenhum.

Uma coisa é fundamental: que a informação seja conhecida. Se é parcial, que se pugne por que seja conhecida mais. Ou recolhida. Se os dados puros e duros dos exames são insuficientes, que se contextualizem com outros indicadores e variáveis. Que se faça isso. Mas nunca que se pretenda guardar a informação do conhecimento público, quando ela existe. Por isso prefiro rankings a nada. Embora preferisse rankings contextualizados do que os rankings como nos surgem agora. Mas não é por não aparecerem no estado ideal que sou contra a sua divulgação.

Tendo fome, prefiro uma peça de fruta que pode não estar no melhor estado, desde que se aproveite alguma coisa, do que ficar sem comida nenhuma.

Mas há os puristas.

Ou a maçã está rutilante e perfeitinha, seguindo todas as normas de qualidade sempre redefinidas para que a que está ali não sirva, ou então preferem a morrinha.

E todos os anos passamos por isto, com escassas alterações e nenhum esforço, por qualquer das partes, por fundamentar um pouco melhor a sua posição, preferindo a trincheira previamente traçada para o disparo a uma negociação em busca de um terreno parcialmente comum.

Tunisian Youth Losing Faith in Election

As October 23rd is getting closer, pessimism among young Tunisians appears to be growing. Whether it’s apathy, religious protests, or other circumstances, reasons behind this pessimism are basically originated from fear of the unexpected future of Tunisia.

The latest protests led by Islamists nationwide showed how far can those Tunisians go in order to “defend” their beliefs, as they claim. However, they made other Tunisians fear a future where Islamist ideas will be applied to secular citizens.

… e preocupo-me com os resultados dos meus alunos, mesmo se apenas em provas de aferição e se quase sempre lá vou com alunos de PCA e numa disciplina que não é a da minha formação académica original (a verdade é que este ano será o primeiro a levar alunos de uma turma regular a exame/prova).

Mas nunca perdi mais de 2-3 semanas de um ano lectivo a prepará-los propriamente para a prova, coisa de 3-5 aulas de 90 minutos.

E os resultados foram, com uma lastimável excepção há dois anos que ainda não degluti, bastante aceitáveis.

Acho muito estranho quando dizem que para se ter bons resultados é necessário adulterar a prática pedagógica, enviesando-a só para a preparação dos exames.

Sei que já dei Secundário há muito tempo e o 3º CEB (que leccionei ainda em finais de 90, mesmo se ocasionalmente) não tem exames de História. Mas continuo a pensar que a obsessão com os exames é tão má quanto a obsessão contra os exames.

Preocupemo-nos em ensinar/aprender os conteúdos e o treino para os exames está quase todo feito. O resto são técnicas para lidar com stress ou com a interpretação dos enunciados.

Repito: interesso-me e preocupo-me com os resultados dos meus alunos, antes e depois de fazerem as provas. E gosto de incutir neles esse mesmo interesse e preocupação. O mais cedo que posso.

O que eu estranho muito é ver gente cujos alunos têm resultados muito abaixo da avaliação interna ou que descambam em verdadeira hecatombe nos exames continuarem a sua vidinha, como se nada fosse com eles, sem se interrogarem sobre nada, mais preocupados com o horário do cigarrinho do que em se interrogarem porque se esforçam umas vezes, em casos seleccionados, e a maioria das outras não. Como se começassem imediatamente por desistir, ao primeiro ou segundo olhar.

Mas ainda correrem o risco de acabarem como xalentes. Talvez por isso compreenda em parte o protesto desta colega.

RTP aceita indicação do Governo para não pagar comentários de titulares de cargos públicos

(…)

Tal como o PÚBLICO revelou, há deputados, parceiros sociais e gestores de empresas públicas que recebem entre 100 e 600 euros por cada intervenção. Alguns chegam a auferir mais de 1100 euros por mês com esta colaboração.

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