Sábado, 8 de Outubro, 2011


Tame Impala, Lucidity

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As instruções e calendário: TestesInter2011_12.

Agora são 164 em 3 meses, mas certamente serão 165 neste trimestre, daqui até ao Natal. Apesar de ser época baixa :evil:.

Aeroporto de Beja movimentou 164 passageiros… em 3 meses

Aeroporto de Beja vai continuar a receber voos durante a época baixa. Passageiros são alemães.

Transcrevo em seguida, com a devida autorização e necessárias adaptações, parte da troca de mails com um encarregado de educação a propósito desta situação:

O problema da Escola Básica Integrada + Pré-Escolar do ESTEVAL no Montijo não é só o Jardim de Infância que tem 3 salas NOVAS com matrículas de 70 crianças dos 3 aos 5 anos, com alunos de ensino especial, com Educadoras colocadas, MAS sem mobiliário e sem Equipamento educativo, é também para ajudar à festa, uma escola NOVA  INTEGRADA com mobiliário “monos” que vieram de outras escolas antigas, que se para a DRELVT está bom para esta escola, então porque não ficaram nas escolas donde vieram? A escola como bem diz está em funcionamento há um ano Out. 2010. Deverá ter existido “desvio” do Mobiliário e do Equipamento não só do Pré-Escolar mas de toda a ESCOLA e ninguém diz para onde foi parar, porque nenhuma entidade constrói uma escola nova para lá colocar equipamento velho desrespeitando assim o protocolo assinado pela C M Montijo e a DRELVT em 2007.
Não sei o que fazer, mas o Agrupamento “lixou” a vida de algumas famílias, sobretudo das crianças com 5 anos, como a minha (ensino especial) que estava no Areias e agora com esta matrícula fantasma está na “rua”. A directora do agrupamento também afectou Colegas de Trabalho (professoras) que têm os filhos fora da escola. Todos fomos enganados e as crianças utilizadas para o Agrupamento conseguir equipamento da DRELVT que não o tinha à um ano.

As autoridades, todas, só mentem, não avançam data para a abertura, estão a fazer “guerrilha de Estado” e é por isso, que alguém mais lúcido já lhes abriu guerra. Chego ao ponto de ir a correr a comprar a “*****” das cadeiras e das mesas, mas o dinheiro irá fazer-me muita falta não tarda nada. Com mulher desempregada, dois filhos 9 e 5 anos e o meu emprego vai desaparecer não tarda (Parque Expo) e 56 anos de idade, que futuro?
Pai e Mãe dos mais activos em relação a actividades Família-Escola desde 2005-2011 na escola do Bairro do Areias sentimo-nos destroçados quando vimos o que fizemos aos nossos filhos ao colocá-los aos dois naquela escola, queríamos o melhor para eles e ali não vão ter educação que os permita vir ter um futuro melhor. Não se deve aos professores, mas à total falta de equipamento na escola.
Coloquei a minha impressora na escola, porque assim foi solicitado aos PAIS, mas ontem a DRELVT obrigou a professora a devolver-me o equipamento num acto que considero de “guerrilha”.
Um abraço e felicidades.

Um pai “moderado”

Eu só acrescentaria que é curioso que a autarquia e a sua presidente surjam agora a terreiro a reclamar quando, em tepo de governo da mesma cor, não o tenham feito. Pelo menos de forma que se notasse.

 

Boa noite, Paulo.

É um caso real. Trata-se de uma sobrinha de uma colega. Sei que não é habitual mas a divulgação no Umbigo pode fazer a diferença.
POUSOS é uma localidade do concelho de Leiria.
Um abraço

MD

É um pequeno texto meu, aqui ligeiramente acrescentado com uma nota mais ácida, que está a fazer o trajecto inverso ao habitual porque o deixei de início no FBook, onde a Jobsmania atingiu píncaros de histeria com a multiplicação de citações copy/paste e partilhas de ficheiros de intervenções como a de Stanford, mesmo entre quem há pouco tempo diria Steve Who?

Sou um caso atípico, na certa. Nunca tive um Apple, não tenho um IPhone e não penso vir a ter um IPad. Reconheço o imenso contributo de Steve Jobs para a nossa cultura actual, mas espanta-me como tanta gente desatou a usar as suas citações, depois de morto, como se fossem o norte das suas acções quando em vida não leram uma linha do que ele escreveu. A sério, podendo escolher, prefiro ficar vivo do que ser citado por milhões. Em especial por quem nunca me acrescentou nada em vida.

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