… por entre todo este ruído.

Será que se está a preparar uma reforma curricular do Ensino Básico que reduzirá a escolaridade obrigatória, ou pelo menos até ao 9º ano, à fórmula simplória do aprender a ler, escrever e contar?

Não é que não faça falta, mas como visão para todo o Ensino Básico é algo tacanha. Até porque penso que se consegue fazer isso em quatro anos e muito mais.

Percebe-se que se mantenha no ME(C) uma certa aversão às Humanidades (e às Artes), mas será legítimo condicionar uma reforma curricular de fundo a uma forma ultrapassada e parcial de entender o currículo, desentendendo que a amálgama disciplinar é tão má ou pior do que a sua pulverização?