Quinta-feira, 6 de Outubro, 2011


The Terry Twins, Chiquita Banana

… por entre todo este ruído.

Será que se está a preparar uma reforma curricular do Ensino Básico que reduzirá a escolaridade obrigatória, ou pelo menos até ao 9º ano, à fórmula simplória do aprender a ler, escrever e contar?

Não é que não faça falta, mas como visão para todo o Ensino Básico é algo tacanha. Até porque penso que se consegue fazer isso em quatro anos e muito mais.

Percebe-se que se mantenha no ME(C) uma certa aversão às Humanidades (e às Artes), mas será legítimo condicionar uma reforma curricular de fundo a uma forma ultrapassada e parcial de entender o currículo, desentendendo que a amálgama disciplinar é tão má ou pior do que a sua pulverização?

  • Retirar a maioria absoluta a A. J. Jardim, quebrando 35 anos de autocracia eleitoral, e ter de lidar com uma situação em que alguém terá de se assumir como muleta ou como parceiro fiscalizador do polvo ou
  • Manter a maioria absoluta de Jardim e ter um cómodo bode expiatório para continuar a culpar, sem ser necessário assumir quaisquer responsabilidades na governança do arquipélago.

É minha firme opinião que retirar a maioria absoluta a Jardim é mais importante, para a credibilidade da democracia, do que foi retirá-la a José Sócrates, em seu devido tempo.

Também há uma versão mais mitigada do dilema que passa por ser prioritário dar uma sova no Governo Regional ou dar uma sova no Governo da República.

O problema é saber de massa é feita uma oposição regional que talvez se sinta mais cómoda a acusar e carpir mágoas do que a apresentar alternativas ou a erguer-se como fiscalizadora num Parlamento com uma nova configuração.

… subsidiadas pela UE.

Coisas espalhadas por aqui. São mais de 25 milhões de euros para festas, quase 20 só para as de final de ano, com o FEDER a entrar com 15 milhões. Não haveria nada mais útil para aumentar a «competitividade de base económica regional»?

MP deixa cair crime de tráfico de influências no Portucale

O Ministério Público pediu hoje ao tribunal a responsabilização penal de seis dos 11 arguidos do caso Portucale, entre os quais o ex-dirigente do CDS Abel Pinheiro, mas com penas não privativas da liberdade.

A procuradora do Ministério Público (MP) pediu que o colectivo de juízes condene Abel Pinheiro, Eunice Tinta e José António Valadas, estes dois últimos à data dos factos funcionários do CDS, pelo crime de falsificação de documentos.

Nas alegações finais, a procuradora do MP deu ainda como provado o crime de abuso de poder para os três arguidos relacionados com a Direcção-Geral das Florestas.

O instinto de sobrevivência de alguns agentes da Justiça é apurado.

Só inaugurações de sedes em período de campanha eleitoral.

(e isto não é anti-sindicalismo, é anti-opacidade nos acordos)

  • Der Terrorist:

O grau zero da política

  • Pau para toda a Obra:

mário nogueira ao lado do ditador

  • Pegada:

Sede dos Professores na Madeira – só mais uma inauguração?

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