Porque não entendo bem como é que quem, criticando a injustiça relativa nas classificações obtidas em cursos com anos de duração, acha que é o arbítrio de um relator e/ou director que vale mais.

Boa noite Paulo,

Sou uma leitora assídua do seu blogue embora nunca tenha intervindo no mesmo. Tenho acompanhado os posts sobre as contratações de escola, que este ano têm tido uma maior contestação apesar de os critérios utilizados este ano serem os mesmos utilizados em anos anteriores.
Ganhei, por fim, coragem para enviar este e-mail pois, tratando-me de uma jovem professora com pouco tempo de serviço ainda, não sei se tenho o “direito”  de me sentir indignada sabendo que há colegas melhor graduados na situação de desemprego. A situação destes colegas será, com certeza, mais dramática.
Contudo, na esperança que se abra caminho para uma discussão sobre os critérios de selecção para estas contratações e transparência das mesmas, envio em anexo um print screen de 3 ofertas às quais me candidatei e nas quais ficaram colocadas colegas muito menos graduadas. Confesso que a partir da 4ª situação desisti de verificar pois a frustração tomou conta de mim, mas acredito que fossem muitas mais.
Aproveito, também, para chamar à atenção para a injustiça que este ano se verificou com os professores que leccionaram/leccionam na R.A. Madeira e que, apesar de terem sido avaliados com Muito Bom ou Excelente viram a sua ADD não ser considerada para este concurso.

Com os melhores cumprimentos,

L
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