Quinta-feira, 29 de Setembro, 2011


Vitorino, Queda do Império

Que diabos, até tenho o binile, olha-me este esquerdalho. Ou então era apenas o bom gosto.

Professores desempregados ocupam a entrada do Ministério da Educação (noticiários da tarde com directos da RTP, SIC e TVI)

Professores desempregados ocupam a entrada do Ministério da Educação (noticiários da noite com directos da RTP e TVI)

Em comentários neste blogue e em posts em outros blogues, anónimos em regra, mas também em comentários onde se sentem à vontade, algumas criaturas têm batido em algumas teclas que consideram inteligentes para colocar em causa o que acham ser a minha parcialidade política, o meu alinhamento por esta ou aquela força política e o meu envolvimento em conspirações anti-sindicais (leia-se anti-Fenprof).

As coisas rodam à volta de innuendos sobre dois factos:

  • Um jantar na Quinta do Anjo em Novembro de 2009.
  • Um jantar em Lisboa, em Março de 2011.

O elemento comum a esses jantares sou eu, os restantes são todos diferentes.

  • O segundo jantar é do conhecimento público, pois envolveu o então líder do PSD, uma dezena de bloggers e um par de assessores do actual PM. Alguns dos bloggers participantes relataram o acontecimento, não foi segredo e, no decurso da refeição, lembro-me de ter disputado com a sempre bela e simpática Marta Rebelo o estatuto de pessoa mais à esquerda no encontro. É esse jantar que serve de base para uma teoria conspirativa em que eu me teria colocado ao serviço do PSD para arregimentar votos, na esperança de receber algo em troca.
  • O primeiro jantar é de conhecimento privado, embora tenha sido em restaurante aberto ao público, envolveu meia dúzia de adultos e uma criança, dele nunca tendo feito mais do que alusões a amigos pessoais, alguns dos quais comentadores deste blogue. Nessa noite apanhei numa bela constipação porque acompanhei alguns dos comensais fumadores até à rua. No dia seguinte, parte dos participantes almoçou em Lisboa com o Pedro Castro e o Maurício. Esse jantar é objecto de teorizações algo doentias sobre uma eventual conspiração anti-sindical que eu teria tramado com uma espécie de delegação tenebrosa.

Este tipo de considerações é – há que dizê-lo com frontalidade – parvo. Porque o segundo (em termos cronológicos) jantar foi absolutamente público, esvaziando-se no acto, e o primeiro envolveu alguém com elevadíssimas responsabilidades no movimento sindical de docentes, a quem apenas pedi que, nas negociações que se avizinhavam não se esquecesse de tentar que os colegas que não tinham entregue AA não fossem esquecidos e deixados para trás. Falou-se de muita coisa, mas pouco de política. Falou-se de uma iniciativa que iria decorrer em Vila Real daí por uns dias. Há fotos do evento, embora não tiradas por mim.

Para além destes jantares, raramente fui comensal de personalidades importantes neste nosso torrãozinho rectangular. Mas, sou obrigado a confessá-lo, vi-me constrangido a não aceitar o almoço inserido numa iniciativa em que fui orador num hotel da capital. A principal razão foi porque duas das pessoas que estavam na mesa dos oradores (uma delas tinha estado na Quinta do Anjo) me fizeram uma abordagem subtil para que eu aderisse à organização. Como não gosto de almoços com contrapartidas desse tipo, fui comer antes ali por perto, num restaurante chinês com preços acessíveis.  Em nenhum outro momento alguém teve a falta de senso de fazer aquele tipo de proposta, muito menos dizer que o papelinho estava mesmo ali ao lado para ser preenchido. Mas naquela manhã devem ter-se confundido com quem estavam a falar.

Chegado a esta parte, gostaria de regressar indirectamente aos dois jantares referidos lá mais acima, para sublinhar uma diferença importante entre duas situações. Em nenhum momento, recebi de qualquer força partidária documentação apresentada como reservada para dar a minha opinião, com a devida autorização de um dos comensais daqueles dias.

Fiz-me entender?

Espero não ter de voltar a este assunto, agradecendo que certos inteligentes escribas e comentadores não disparem mais contra os pés dos seus amigos e ídolos. Porque não é em mim que acertam ou alguma vez acertarão se continuarem pelo caminho que optaram fazer. O jantar anti-sindical que povoa as vossas insinuações foi um jantar profundamente sindical. Pena o acordo.

Isaltino Morais preso na PJ

Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal de Oeiras, foi detido, por volta das 20 horas, pelo Grupo de Investigação Criminal da PSP de Oeiras, soube o Negócios. O autarca foi levado para a zona prisional anexa à PJ, na Rua Gomes Freire, em Lisboa, onde deverá cumprir os dois anos de cadeia a que foi condenado pelo Supremo Tribunal de Justiça.

Petição em defesa, salvaguarda e reabilitação do Alambor Primitivo Norte (Séc. XII) do Castelo Templário de Tomar

Basta recordar o que se passa com os buracos sucessos de milhares de milhões e como o governo a que pertence Nuno Crato acorre a tapá-los com o dinheiro da arraia-miúda.

Prémio aos melhores alunos «não pode ser só distribuir dinheiro»

Ministro explica que os 500 euros dos prémios de mérito serão usados em projectos sociais ou equipamentos escolares

Saberá Nuno Crato que 500 euros, sendo alguma coisa, são uma gota de água nos encargos de uma Escola Secundária?

Que mais valia, pura e simplesmente, ter anunciado o fim do Dia do Diploma ou ter, em devido tempo, anunciado uma forma diferente de o assinalar.

O trocadilho é demasiado evidente, mas a verdade é que desde a nomeação e tomada de posse, salvo pequenos fogachos, o desempenho de Nuno Crato tem sido em plano (descendente) demasiado inclinado, revelando uma enorme insensibilidade na forma como insiste em sacrificar quem menos merece, enquanto em outras áreas se optou pela estratégia fofinha das reavaliações.

A falta de veguegonha em todo o seu explendogue

Dívida: banqueiros pedem ao Estado para pagar 40 mil milhões

O Estado devia substituir-se às empresas públicas e pagar o que estas devem à banca nacional, defenderam esta quinta-feira vários banqueiros e economistas no Fórum PME, promovido pela AIP – Confederação do Comércio e Indústria.

O presidente do Banco BIC, Luís Mira Amaral, estima o montante dos empréstimos concedidos pela banca portuguesa às empresas públicas em 40 mil milhões de euros, pelo que, com este reforço, «os bancos ganhariam capacidade para financiar as empresas privadas e as PME», sugeriu o banqueiro, que participou no Fórum PME, promovido pela Associação Industrial Portuguesa – Confederação do Comércio e Indústria (AIP-CCI).

A ideia mereceu também a concordância de António Ramalho, vice-presidente do Millennium BCP. «Naturalmente, mais ficaria para o sector privado, se nós conseguíssemos uma redução acelerada das necessidades de financiamento do sector público». Até porque o sector público tem «uma vantagem que ninguém mais tem: o dinheiro da «troika» vai directamente para aí», reforçou o banqueiro.

Pode processar-se quem elaborou e assinou esta decisão?

Na falta de lhes enfiar uma cadeira na caixa craniana, mas sem muita intensidade, apenas a suficiente para lhes arrumar as sinapses?

Relação perdoa prisão a homem que agrediu a mulher

Arguido tem apenas de pagar 800 euros de multa e mais 500 euros à vítima.

(…)

A seis de Junho de 2008, o arguido, agricultor, agrediu a mulher com uma cadeira, dando-lhe uma pancada no peito e provocando-lhe uma contusão da parede torácica, um hematoma na região frontal e na mama e escoriações nos lábios e cotovelo.

Esta agressão, segundo a Relação, «não foi suficientemente intensa» para justificar a qualificação do crime como violência doméstica.

O mesmo tribunal diz ainda que a descrição, que consta na sentença da primeira instância, sobre a alegada conduta violenta do arguido desde 2004 «mostra-se algo indefinida, vaga e genérica».

Mais logo, mais logo, óspois do Sporting.

A ver se certas e determinadas criaturas começam a enfiar a viola no saco (mesmo que o não admitam).

E da franga só se soltarão algumas penas…

… ainda poderia ter a esperança que tocasse uma qualquer sineta nas cabecinhas pensadoras do MEC:

De: Guilherme Martins [*************]
Enviada: quarta-feira, 28 de Setembro de 2011 20:50
Para:dren@dren.min-edu.pt
Assunto: Prémio Monetário de Mérito
Importância: Alta

Caro Sr. Diretor Regional

Em relação ao assunto em epígrafe, permita-me que diga o seguinte:

1-      Lamentável a decisão tomada em cima da hora;

2-      Lamentável a justificação: um aluno que termina o secundário com média de 199 pontos e que trabalhou para merecer esse prémio, vê as suas expectativas goradas;

3-      Lamentável que a decisão não tenha em consideração a situação económica da família: nem só quem vive de rendimentos sociais de inserção e de pensões está a passar por dificuldades. Quem tem 4 filhos, uma com licenciatura concluída este ano a fazer um estágio não remunerado, 2 no ensino superior a pagar propinas máximas, alugueres de quartos sem recibo, transportes e alimentação, mais materiais escolares e 1 no 7º ano com o qual gastei 240€ só para livros…

4-      Lamentável a imagem com que os meus filhos ficam de quem nos governa…

Cumprimentos

Guilherme Martins

De: Guilherme Martins [************]
Enviada: quinta-feira, 29 de Setembro de 2011 16:28
Para: dren@dren.min-edu.pt
Assunto: FW: Prémio Monetário de Mérito
Importância: Alta

Sr. Diretor Regional

Amanhã é dia do diploma.

Entre ontem e hoje, recebi 3 cartas convite da escola do meu filho: uma para entrega do Diploma de Mérito, outra para entrega do diploma do Ensino Secundário e uma terceira para entrega do Diploma do Quadro de Excelência.

Gostava de ter uma resposta sua ao email infra porque, sinceramente, não sei que palavras possa indicar ao meu filho para serem usadas quando for receber o 3 diplomas.

Cumprimentos

Guilherme Martins

Escolas procuram mecenas para premiar melhores alunos

Um plano «b» depois do ministério da Educação ter retirado o prémio de mérito pecuniário prometido no Secundário.

Melhores alunos: Ordem dos Médicos paga 10 prémios

Está contra decisão do ministério da Educação e constitui-se como «um dos mecenas da sociedade civil».

Isto é deprimente. Não propriamente que as escolas procurem mecenas (aliás, não entendo que quem defende o modelo anglo-saxónico se esqueça do papel do apoio de privados às escolas públicas), mas como tudo isto se está a desenrolar.

De: Direcção (DREN) <drendirec@dren.min-edu.pt>
Data: 29 de setembro de 2011 12:39
Assunto: FW: Alteração de modo e prazos da Avaliação de Directores – Texto de Portaria Conjunta a publicar
Para:

Exmo(a) Senhor (a)Director(a) /Presidente da CAP/ Gestora

Junto envio texto da Portaria Conjunta enviada para publicação relativa ao assunto referido em epígrafe.

João Grancho

Director Regional
Direcção Regional de Educação do Norte
Rua António Carneiro, 98 – 4349-003 Porto
Tlf. 225191900

 

PORTARIA

No âmbito do sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na Administração Pública (SIADAP), regulado na Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, a Portaria n.º 1333/2010, de 31 de Dezembro que estabelece as regras aplicáveis à avaliação de desempenho dos docentes que exercem funções de gestão e administração em estabelecimentos públicos de educação e nos centros de formação de associações de escolas, promoveu as necessárias adaptações às exigências do Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário, designadamente no que concerne à compatibilização da calendarização dos seus procedimentos ao ano escolar.

Considerando que a tomada de posse do XIX Governo Constitucional ocorreu no dia 21 de Junho, constituindo primordial preocupação garantir o normal funcionamento das instituições educativas de modo a que no calendário já estabelecido fosse assegurada, como previsto, a abertura do ano lectivo, tornou-se necessário estabelecer prioridades na intervenção e funcionamento das estruturas deste Ministério.

Assim, o modo e os prazos previstos na disposição transitória do artigo 14.º da portaria acima identificada são prejudicados em razão da imperiosa satisfação de tais prioridades.

Visando garantir a necessária tranquilidade no início do presente ano lectivo e a desejável reflexão indispensável na realização dos procedimentos preparatórios pelo Conselho Coordenador da Avaliação e do relatório de auto-avaliação a apresentar pelo avaliado ao avaliador, assim como, a exigível e criteriosa ponderação do avaliador na apreciação do perfil e do trabalho realizado com vista à fixação do quantum avaliativo, determina-se, a título excepcional, que a avaliação a realizar conforme o artigo 14.º é por ponderação, seguindo elementos referidos no n.º1, sendo correspondentemente alterados os prazos identificados nas alíneas b), c) e d) do n.º5 do mesmo artigo e aditada a alínea d) do n.º 2.

Assim, ao abrigo do disposto no n.º 3 do artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro e n.º 4 do artigo 9.º e artigo 31.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho, ouvidos o Conselho de Escolas e associações representativas dos dirigentes de escolas, manda o Governo, a título excepcional, pelos Secretários de Estado da Administração Pública e do Ensino e da Administração Escolar, o seguinte:

Artigo 1.º
Alterações
Os números 1 e 2 e as alíneas b), c) e d)do n.º5, todos do artigo 14.º da Portaria n.º 1333/2010, de 31 de Dezembro passam a ter a seguinte redacção:
Artigo 14.º
Disposições transitórias
1 — A avaliação de desempenho dos docentes referidos no artigo 2.º relativa ao ciclo 2009 – 2011, faz-se mediante ponderação efectuada pelo avaliador que tiver competência para avaliar no momento da realização da avaliação, considerando os seguintes elementos:
a)………….
b) …………
c) …………
2 — ………
a) …………
b) …………
c) …………
d) Cabe ao Conselho Coordenador da Avaliação definir as grelhas de adequação dos elementos de avaliação à respectiva ponderação‖.
3 — ………
4 — ………
5 — ………
a) …………
b) Apresentação, pelo avaliado, dos elementos referidos no n.º 1, até 30 de Outubro de 2011;
c) Avaliação e comunicação final ao avaliado, até 30 de Novembro de 2011;
d) Conclusão do procedimento, incluindo os prazos de exercício impugnatório, até 31 de Janeiro
de 2012‖.

Artigo 2.º
Entrada em vigor
A presente portaria entra em vigor no dia seguinte à sua publicação.

Atenção, que a fronteira é ténue entre a manifestação em desespero de causa que desperta simpatia e aquilo que faz ricochete.

Não espero novidades, mas fico na dúvida se existirão truques.Não vou poder assistir, apenas deixar este post à espera que alguém vá comentando e o Calimero à noite tenha a gravação disponível.

Sobre a questão dos concursos, o terreno começa a ficar minado em várias direcções. Seria útil que se debatesse o assunto com seriedade e de modo informado, com respeito pelas pessoas e pela transparência de um processo que é, para todos os efeitos, um concurso público multiplicado por milhares de mini-concursos.

Andar a sacudir culpas não é bonito, assim como fica mal o aproveitamento da aflição e precariedade alheia.

O Google acaba de me notificar quanto ao acesso à minha principal conta de mail (aquela que está no topo do blogue) por parte de um utilizador estranho, do qual me enviou dados. Dados que correspondem, de muito perto (IP, localização), aos de um comentador bloqueado nos últimos tempos por ser profundamente mal-educado. Obviamente, com estes dados disponíveis, podem acontecer coisas chatas a quem fez isto. A password foi radicalmente mudada, mas fico a pensar o que este menino quereria descobrir. Já agora, a password do blogue é outra, completamente diversa (tal como a do FB), o que sempre me exige algum esforço mental, mas compensa. De qualquer maneira, um hacker, mesmo neanderthal, é sempre um hacker.

Sendo a poupança ao nível dos amendoins, poderia ficar o simbolismo. Só que, neste caso, o simbolismo ainda é pior do que falta de poupança significativa.

Mil alunos ficam sem prémio de mérito

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) cancelou a entrega dos prémios de mérito, aos melhores alunos das escolas secundárias. No total, são cerca de mil alunos que deixam de receber 500 euros, num ‘esforço’ financeiro que ronda meio milhão de euros. A decisão, que o MEC garante ter tomado a 13 de Setembro, surpreendeu alunos e directores das escolas, que consideram a medida “lamentável”.

Auditoria à Madeira conhecida sexta-feira, austeridade só depois das eleições

Passos Coelho corrigiu esta tarde uma informação que tinha deixado no último debate quinzenal. Afinal não será possível conhecer em detalhe o programa de austeridade para a Madeira antes da ida às urnas a 9 de Outubro. E será “prioritariamente” a Madeira a assumir os encargos com o desvio das contas.

Cada vez me convenço mais que muitos silêncios se terão ficado a dever a alguma generosidade insular no apoio às despesas das campanhas nacionais. Um pouco como Fátima Felgueiras era, em seu tempo, acarinhada por Jorge Coelho.

Porque não entendo bem como é que quem, criticando a injustiça relativa nas classificações obtidas em cursos com anos de duração, acha que é o arbítrio de um relator e/ou director que vale mais.

Boa noite Paulo,

Sou uma leitora assídua do seu blogue embora nunca tenha intervindo no mesmo. Tenho acompanhado os posts sobre as contratações de escola, que este ano têm tido uma maior contestação apesar de os critérios utilizados este ano serem os mesmos utilizados em anos anteriores.
Ganhei, por fim, coragem para enviar este e-mail pois, tratando-me de uma jovem professora com pouco tempo de serviço ainda, não sei se tenho o “direito”  de me sentir indignada sabendo que há colegas melhor graduados na situação de desemprego. A situação destes colegas será, com certeza, mais dramática.
Contudo, na esperança que se abra caminho para uma discussão sobre os critérios de selecção para estas contratações e transparência das mesmas, envio em anexo um print screen de 3 ofertas às quais me candidatei e nas quais ficaram colocadas colegas muito menos graduadas. Confesso que a partir da 4ª situação desisti de verificar pois a frustração tomou conta de mim, mas acredito que fossem muitas mais.
Aproveito, também, para chamar à atenção para a injustiça que este ano se verificou com os professores que leccionaram/leccionam na R.A. Madeira e que, apesar de terem sido avaliados com Muito Bom ou Excelente viram a sua ADD não ser considerada para este concurso.

Com os melhores cumprimentos,

L
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Prémios de mérito cancelados

Reformas antecipadas na função pública.

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