Nunca foi uma iniciativa que me entusiasmasse por aí além, embora possa compreender o seu simbolismo, não necessariamente pelo prémio pecuniário.

Mas esta forma de cada DRE informar as respectivas escolas e agrupamentos do que (não) deveriam fazer, quando tudo está mais ou menos agendado é apenas mais um sinal de duas coisas:

  • A nível central, a equipa do MEC continua a demonstrar um desconhecimento enorme do calendário de tarefas e iniciativas que envolvem o arranque do ano lectivo (excepção feita às inaugurações). E há era tempo de deixarem de planar sobre as coisas, pois já lá vão uns meses.
  • As DRE continuam a funcionar em regime de feudalismo, cada uma divulga ou determina mais ou menos o que entende, quando entende.

Quanto ao resto, e voltando a ressalvar nem ser um grande adepto da ideia do cheque, não será que este tipo de poupança é irrelevante em termos orçamentais, não compensando o ridículo da marcha-atrás?

Destaque de 1ª página e notícia do Público de hoje.