Quarta-feira, 28 de Setembro, 2011


Elbow, The Loneliness of a Tower Crane Driver

“Alguns de vós disseram ‘sim, mas…’ [ao meu discurso]. Por favor, entre pró-europeus, não digam o ‘mas’. Digam apenas ‘sim’. Aos vossos mais próximos, mais queridos, à vossa mulher, à vossa namorada ou ao vosso marido ou namorado, não dizem ‘eu amo-te, mas…’. Vocês dizem ‘Eu amo-te, eu apoio-te’. O que precisamos é do vosso apoio para uma Europa mais forte”, disse Durão Barroso, deixando-se empolgar pelas suas palavras. Entre risos, a câmara aplaudiu o presidente da Comissão.

No meu caso depende um bocado de um exame em vestes de banho e de cerimónia, não estando fora de causa a necessidade de uma prova prática, porque os tempos não estão para promessas…

Fui ver os “pendentes” aqui do blogue. Apenas direi que não aprendi asneiras novas.

Não fiquei dividido a propósito das liberdades  que, a meu ver, nunca poderão ser. E divertir-me-ia com o melício, acaso alguma vez me confundisse.

Para que saibam, mesmo sem saberem.

… para fazer o que as equipas de apoio às escolas faziam, para além das suas funções de avaliação externa e etc? E conseguirá detectar todas as filhas de vereadores e afins metidas em concursos à força? É uma dúvida que se coloca nestes tempos em que se quer implodir muita coisa, com o perigo de se substituir um feudalismo hierárquico por um feudalismo anárquico.

Ele fez tudo bem. Os outros ou não ouviram, ou não ligaram, ou não perceberam, ou qualquer outra coisa.

Confesso que. Sei lá. Os apelos, os alertas, desde de 19…., do ano 2000.

E a Judite de Sousa colabora: os seus apelos esbarraram num muro de ausência de reacção.

Um muro de ausência…

Isto é do melhor.

O porto perdeu.

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