porque é que temos que fazer de alvo. Enquanto professores e, mormente, como cidadãos. Um dia destes aborreço-me sem volta, os sociólogos e psiquiatras que não frequento que me discutam.

Ainda não percebi para que serve uma vida que é impedida de melhorar. Se fosse por não ir à missa, compreenderia. Se fosse por não pertencer ao partido, compreenderia. Se fosse por ser um mau professor ou cidadão, compreenderia.

Não minto, não roubo, não invejo. Tenho que pedir desculpa?

Presumo que haja quotas para tudo – e isso não aceito.