Sexta-feira, 16 de Setembro, 2011


The National, Fake Empire

—–Original Message—–
From: Gab Comunicação Ministério da Educação e Ciência [mailto:gab.com@mec.gov.pt]
Sent: 16 September 2011 19:24
Subject: Nota à Imprensa – Esclarecimento

Após o preenchimento das necessidades transitórias de pessoal docente das escolas através da colocação de professores do quadro e de professores contratados, os horários ainda por preencher ficaram disponíveis para Contratação de Escola, como é feito há vários anos. Em relação a este regime, o Ministério da Educação e Ciência esclarece que:

1. Não houve qualquer alteração à legislação em vigor.
2. Os contratos têm a duração mínima de um mês e não poderão ultrapassar o final do ano escolar, de acordo com o n.º 2 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 35/2007, de 15 de Fevereiro.
3. A duração de cada contrato será estabelecida de acordo com as necessidades das escolas.
4. Após a colocação, os professores assinarão com as escolas um contrato com a duração da necessidade transitória identificada pelo estabelecimento de ensino.

Anexa-se a nota informativa da Direcção Geral de Recursos Humanos da Educação para mais esclarecimentos.

Com os melhores cumprimentos,

O Gabinete de Comunicação do MEC

A nota que se refere ir anexada é a que aqui ontem já publiquei.

Obrigado, Olinda.

 GPS WGS84: Lat: 38,175501 e Lon: -7,039624

boa noite.

Algo que está muito para além das autonomias decretadas.

Magnet schools are elementary and secondary theme-based public schools of choice.

Magnet schools plan and develop programs using local, state, and federal funds, specifically the federal Magnet Schools Assistance Program (MSAP). (…) The goal is to provide students with a valuable educational and personal experience, prepare them to function in a diverse society, and assist districts to eliminate, reduce or prevent long-standing patterns of racial isolation. Magnet schools serve as models for school improvement and “turnaround schools” for students in low-performing schools, and provide students an opportunity to succeed academically while learning in a racially diverse environment. [1]


[1] Robert Brooks e Doreen Marvin (2011), HISD Comprehensive Magnet Program Review. Materiais: http://www.magnet.edu/modules/info/related_articles_and_resources.html

PSD e CDS-PP chumbam auditoria externa proposta pelo BE à dívida da Madeira

Embora sejam coerentes com o esquecimento da auditoria às contas da República. No fundo, acabam todos por parecer ter algo a esconder e o rabo preso por qualquer coisa.

No fundo do que se trata é de não destapar uma caixa de Pandora que pode revelar mais do que o desejado e desejável.

Contratos mensais para professores, uma vigarice que vai influenciar eticamente a nobre profissão de educador

Tal como todos vós não posso deixar de mostrar a minha indignação e o sentimento de vergonha por ser, ao tempo, um cidadão de cuja pátria não tem qualquer sensibilidade humana e respeito por aqueles que têm sob sua guarda a formação de homens e mulheres do amanhã. Aos professores, independentemente da sua situação profissional, é-lhes pedido a maior das responsabilidades, formar bons cidadãos, cuja tónica deve incidir num saber transversal capaz de responder aos desafios que o mundo de hoje impõe. Pergunto à tutela, que mais não sabe fazer que desresponsabilizar-se, se os responsáveis por tal fado não têm direito a uma vida com o mínimo de qualidade, refiro-me às necessidades mais básicas, como alimentação, saúde, alojamento, vestuário, sem referir, claro, a dignidade, que tem vindo a ser posta em causa. Assim sendo, lanço o repto à tutela, serão os professores assim tão dotados para nos meses de Julho, Agosto e Setembro, perderem as características humanas?

Salientar ainda que, as necessidades básicas que me referi não se confinam unicamente aos professores que vivem nesta precariedade abismal mas, de igual modo, aos seus descendentes, aquando da sua existência, os quais, infelizmente são levados de arrasto. Como diria um locutor da RFM, vale a pena pensar nisto!

(Francisco Jorge Silva – professor com contrato em análise na Oferta Escola, isto depois de tantos anos a trabalhar como professor)

CAA já se tinha destacado pelos disparates ditos há umas semanas em entrevista ao Sol.

Hoje completou a sua transformação de blasfemo lúcido em criatura de spin semelhante às outras que durante anos criticou pela falta de verticalidade e coerência.

Confesso que lamento porque até apreciava o seu estilo, antes de amansado pelas circunstâncias e conveniências. Até porque agachar-se a AJJ nem é algo especialmente original.

Em nome do PSD, o deputado independente Carlos Abreu Amorim qualificou  de “muito grave” o que se passa com as contas da Madeira, mas respondeu  às palavras de António José Seguro considerando que “o PS extrapolou bastante  esta situação”, que equiparou à das contas nacionais no ano passado durante  a governação socialista. 

“Vamos lá ver, esta situação não é assim tão diferente daquela que Portugal  viveu em 2010, com números de défice sucessivamente alterados e corrigidos  para cima”, apontou. 

“E, se fosse assim, por absurdo, o engenheiro José Sócrates não poderia  ter sido candidato nas últimas eleições. Mas este assunto é sério e nós  não podemos estar a brincar com assuntos sérios e, portanto, consideramos  que essa exigência do PS não tem qualquer razão de ser e não é séria”, completou  o deputado eleito pelo PSD, em declarações aos jornalistas, no Parlamento.

Segundo Carlos Abreu Amorim, os números hoje divulgados relativos às  contas da Madeira são “dados preliminares” que só se conhecem porque “o  Governo de Portugal diligenciou para que as averiguações fossem feitas o  mais rigorosamente possível” e “o Governo português vai atuar em conformidade”.

Porque sai muito mais barato. Se se fecham escolas e centros de saúde por racionalização dos encargos, porque não deixar Jardim e a a sua clique tomarem conta da sua coutada particular?

São mais de mil milhões de euros de encargos escondidos das contas públicas. Isto deveria ser, de alguma forma, passível de uma qualquer punição extra-política.

Está bem, não é caso único. Mas o engenheiro também deveria ter sido responsabilizado. E ao menos foi corrido em eleições, coisa que parece impossível naquele estranho regime jardinesco-chaviano.

Dívidas da Madeira obrigam a revisão dos défices de 2008, 2009 e 2010

INE e Banco de Portugal consideram “grave a omissão de informação” na Madeira e “não têm conhecimento de casos similares”.

A avaliação dos dois órgãos sobre as contas da Madeira detectou “dívidas contraídas desde 2004 e objecto de Acordos de Regularização de Dívidas (ADR) em 2008 e em 2009” que “não foram registadas como encargos assumidos e não pagos, não tendo igualmente sido comunicadas às autoridades estatísticas”, anunciou hoje o INE e o Banco de Portugal em comunicado conjunto. Em causa estão 1.113 milhões de euros que obrigarão à revisão dos défices de 2008, 2009 e 2010 e que também terão efeitos na dívida pública em 0,3 pontos percentuais do PIB.

O impacto no défice de 2008 será de 140 milhões de euros (0,08% do PIB), no de 2009 de 58 milhões de euros (de 0,03% do PIB) e no de 2010 de 915,3 milhões de euros (0,53% do PIB). Tudo somado e são 1.113 milhões de euros.

Madeira “escondeu” despesas de 1,6 mil milhões de euros em quatro anos (act2)

O Banco de Portugal e o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelaram ter feito “diligências” junto da Região Autónoma da Madeira e verificou despesas que não foram reportadas pela região entre 2008 e 2011. Só em 2010, o impacto no défice das administrações públicas é de 915,3 milhões de euros. A omissão foi classificada de “grave”.

Grave mesmo é a cobardia de todos os governantes e presidentes da república (tudo em minúsculas) que pactuaram com isto décadas a fio, recuando sempre que o outro levantou a voz.

Entrevista de Mário Nogueira ao Jornal de Negócios de hoje (digitalização graças ao Livresco).

Nada de novo, para além da prudência e paninhos quentes em relação à luta. Interessante a parte em que diz que, agora que as pessoas descansaram, é tempo de ligar os motores.

Sobre o acordo de 2010, continua a repetição de uma mitologia que encobre que o que esteve em causa foi a revisão do ECD e não três documentos diferentes. A menos que as actas negociais divulgadas mintam.

Falta de auxiliares, falta de professor, falta de apoio para as refeições e os manuais, escola dos Olivais.

As DRE vão acabar… e…

Ainda estou a tentar perceber porque o João Grancho se prestou a tal papel de liquidatário. A menos que exista uma vida além da morte.

… mas fico sem perceber se é a partir desta nota informativa que se conclui pela renovação mensal dos contratos dos professores em oferta de escola. O que está escrito não é isso. Pode ser aplicado assim, mas também pode ser aplicado de outra forma. Nada impede que seja prolongado o contrato até 31 de Agosto, se assim for considerado necessário. E, neste caso, a decisão é da escola e dos seus órgãos de gestão.

Escolas da região Norte começam aulas com dezenas de professores em falta

Várias escolas e agrupamentos com contratos de autonomia da região Norte estão a iniciar o ano lectivo com dezenas de professores em falta. Entre as prerrogativas das escolas com autonomia figura a possibilidade de contratação directa de docentes, mas até agora várias delas não receberam autorização para lançar este procedimento.

Não entendo porque não podem ser feitos contratos com a duração de um ciclo de escolaridade, para que os professores em causa possam desenvolver o seu trabalho com a devida estabilidade. Tudo bem, ao fim de um ano poderia ser feita uma avaliação mas, estando tudo ok, porque não contratos com uma duração de 2 a 4 anos?

  • Uns como forma de melhor domesticar eventuais protestos.
  • Outros como forma de melhor enquadrar os desejados protestos.

Nos dois casos, um certo desinteresse em quem fuja das linhas traçadas, que antes se prestavam mais a miscigenações, tramoços e minuins nas costas da malta.

Embora se só leccionarem se considere que não sabem fazer mais nada. MAs, se fizerem outra coisa, ainda acabam a acusá-los de não se dedicarem devidamente à profissão.

Companies Prefer Employees That Have no Life Outside of Work

Página 19 do Sol, com declarações da Rosário Gama, do Ramiro Marques, do Ricardo Silva e minhas sobre o desfecho da situação da ADD e o que pode vir aí.

Até para perceber em quem aposta no medo como estratégia de domesticação docente, quando se afirma «os do quadro sabem que têm um bem valiosíssimo: emprego certo».

É que nem isso é bem verdade, nem fica bem deixar a sensação que, se fosse já possível, se usaria a precarização do vínculo laboral como forma de pressão para obter silêncios.

É só questão de fazer as contas. O Governo faz saber que vai cortar mais de três mil milhões na despesa no Orçamento do ano que vem.

Porém, a parcela dos cortes em despesa com pessoal e mais com a extinção de 137 organismos do Estado não passa dos 100 milhões: ou seja 0,003% dos cortes orçamentais na despesa. Está mesmo à vista desarmada onde vai recair o grosso dos cortes dos gastos do Estado: a redução dos gastos do Estado vai produzir-se, em grande parte, à custa do corte dos custos sociais.

É uma forma de teste para depois se aplicar aos professores.

Escola emprega professora filha de vereador

Educadora de 24 anos, sem tempo de serviço, supera colegas com 10 anos de experiência profissional. Director de Almancil garante ser coincidência.

Alguém informe os decisores que uma PTA amaricana, mesmo com todos os seus defeitos, é uma coisa muito difernete de um Conselho Geral à tuga.

Uma coisa é conhecer o sistema americano em ambientes selectos de redondezas universitárias, outra viver o caciquismo nacional ao nível concelhio e paroquial.

Sobre o caso em particular, a consulta ao currículo do feliz papá também tem o seu interesse numa perspectiva de lifelong learning e dos princípios do Dale Carnegie.

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