Quinta-feira, 15 de Setembro, 2011


Beirut, Santa Fé

Não concordo completamente com a leitura do Ricardo sobre esta nota. A duração mínima pré-definida é uma defesa contra situações que pudessem conduzir a contratos resolvidos em menos tempo. O resto configura, isso sim, um tipo de contrato que pode acabar quando a escola decidir, o que pode levar a situações muito diversas, em nome da autonomia. Mas não me parece que seja algo propriamente ilegal.
———- Mensagem encaminhada ———-
De: <DGRHE.MEC@dgrhe.min-edu.pt>
Data: 15 de setembro de 2011 18:28
Assunto: Nota Informativa BR\CE 15 de Setembro
Para:Exmo.(a) Senhor(a)
Director(a),

Junto se envia, para conhecimento, a Nota Informativa publicada hoje no site da DGRHE.

Com os melhores cumprimentos,
DGRHE

Será já a seguir? Vou espreitar.

Gonça, Guimarães, pais fecham a escola a cadeado e protestam contra o encerramento no próximo ano lectivo. Presidente de Câmara está surpreendido, ainda não foi decidido o encerramento, é apenas uma previsão.

Banco do livro escolar, troca de livros usando o Facebook.

e.escolinhas e entrega de Magalhães suspensa, governo vai fazer uma avaliação do programa, a Confederação da Associação de Pais discorda… ou não… depende dos noticiários.

Escolas com contrato de autonomia e sem professores: Escola Secundária de Eça de Queirós, Escola Gonçalves Zarco, Matosinhos, e Secundária das Caldas das Taipas.

Exmº Srº.  Professor (a)

Incumbe-me a Srª. Directora de solicitar a  V. Exª.que proceda à entrega do registo criminal actualizado nos
Serviços Administrativos da Escola, até 30 de Setembro de 2011, no sentido de dar cumprimento ao estipulado do artigo 20º, nº1 e 2 da Lei 113/2009.

Com os melhores cumprimentos

A Chefe de Serviços Administração Escolar,

Haverá Educação para além dos cortes?

É isto a Autonomia?

A saga da ESEQ continua

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