Há diversas formas de encarar as propostas de David Chadwell: como um impensável regresso a um passado, anacrónico e desajustado a uma sociedade que se pretende aberta ou como a admissão dos erros do projecto dito inclusivo de uma escola generalista para todos.

Para além de que, subitamente (ou nem tanto) os rapazes passam de dominadores e polarizadores das atenções nas salas de aula para inadaptados, a necessitar de uma atenção suplementar.

Pessoalmente, considero que os argumentos pedagógicos têm algum fundamento, mas que não compensam os desequilíbrios que a outros níveis são produzidos por um ensino que separe rapazes e raparigas.

A entrevista vem no P2 do Público de hoje: