Fica aqui (ADDVersaoFinalSet11) e é, em minha opinião, equivalente ou menos rigoroso do que o do ECD de 98, à excepção da questão das quotas (a única questão relevante para o governo/MEC) e do mini-aparato em torno das aulas assistidas (para satisfazer uma réstia de simulacro de controle de qualidade).

Ao contrário do que li em declarações atribuídas à FNE não leio no artigo 30º grande coisa de estimulante quanto ao que possa vir a ser conseguido posteriormente como contrapartida da assinatura deste acordo (nomeadamente quanto ao regime de concursos e do modelo de gestão, pois nem caberiam neste tipo de diploma). Um pouco como em Janeiro de 2010, justifica-se o papelito com eventuais e futuros melhoramentos e compensações que depois nunca aparecem. E, se atentarem, são do mesmo tipo dos que Alçada, Nogueira e Dias da Silva terão acordado.