Resumindo: todos tiveram o que precisavam, menos a maior parte dos professores.

  • O Governo fica, para todos os efeitos, com um modelo de ADD com quotas para controlar a progressão salarial dos professores, independentemente da qualidade do seu desempenho.
  • A FNE fica com o papel de negociador compreensivo, que terá obtido uns milímetros de qualquer coisa e espera-se que não uma posição de vantagem e parceria implícita com o MEC para formar os avaliadores externos.
  • A Fenprof fica com o capital de crédito da contestação ao modelo, o que lhe permitirá capitalizar a eventual insatisfação dos docentes, apenas não se sabendo a que ponto.
  • Uma dezena de nano-sindicatos  fizeram o papel de corpo presente, pró ou contra.
  • Quem queria manter-se com um papel qualquer de superioridade sobre os colegas mantém-no, podendo tornar-se avaliador por via do exercício das funções anteriores de relator ou titular.
  • Quem não queria uma ADD a sério fica com um modelito parecido com o do ECD de 98, mais as quotas.