A este só saem pérolas:

Nuno Crato perdeu três meses a tentar o que já se sabia ser impossível: convencer os sindicatos dos professores a aceitar uma avaliação minimamente credível e eficaz. O que eles aceitam uma anedota de avaliação, em que não haja limites de quotas para as classificações máximas. Ou seja, em vez de premiar os melhores, os sindicatos querem é promover os medíocres e fazer da avaliação uma oportunidade mais de ruína financeira para o Estado. (MSTavares, Expresso, 10 de Setembro de 2011, p. 7)

Como não faço parte dos sindicatos, só posso responder enquanto professor que acha a ADD proposta pelo MEC uma anedota que não promove uma avaliação minimamente credível e eficaz.

Se o autor da prosa se desse ao trabalho (deve ser extenuante, eu sei…) de ler a proposta de ADD acordada com a FNE e se conhecesse como funcionam as escolas perceberia até que ponto escreve em roda livre, com um medíocre conhecimento factual das coisas e apenas porque embirra com os professores, vá-se lá saber por que razão (sabe-se, mas agora não interessa nada).