Fala-se muito na autonomia das escolas e do ‘monstro’ centralista do MEC. Em principio, a autonomia seria uma ideia consensual mas a sua aplicação benéfica esbarra na natureza humana: é que o muito que se critica dos comportamentos imorais dos lideres politicos também são praticados pelos criticos.
Através de um horário que me foi mostrado de uma escola da região DREN, verifiquei a existência de um cargo que jamais conheci até ao presente: Relações Públicas. Este cargo da componente não letiva possui um nº de horas que isenta o professor de exercer atividades de substituição ou apoio educativo. Parece que afinal as decisões de doação de privilégios não são exclusivas dos dirigentes politicos…
E com isto deixo a reflexão de como é possivel considerar o modelo da avaliação docente tecnicamente adequado, quando os docentes não exercem as mesmas funções, e consequentemente, não possuem o mesmo grau de responsabilidade e esforço…
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Mário Silva