Bem me parecia, atendendo aos clichés despejados a esmo na imprensa, rádio e tv:

Não passa por aquelas cabecinhas que o problema das Educação e Saúde não é a receita… mas o dinheiro mal gasto? Não entendem que um Estado que gasta (em percentagem do PIB) em Educação e Saúde mais do que os países avançados, tem um problema grave de desperdício? E que, por isso, tem de olhar primeiro para a despesa? Os próximos meses serão, de facto, difíceis. Até para nós, jornalistas, que vamos ser sujeitos às piores manobras de desintoxicação.

O problema é que nem todas as cabecinhas são rapadas pela manhã para ajudar a ventilação. Eu só tenho clarabóia.