Em tempos daquilo a que outrora chamavam esbulho fiscal, é particularmente notória a ausência dos mais destacados membros dirigentes do CDS (até daqueles que não ficaram encaixadinhos no Governo e suas dependências) na análise da situação financeira e fiscal do país.

Subitamente, restam apenas Pires de Lima e Lobo Xavier.

O resto está aconchegadinho. No Parlamento restaram apenas os novos e só o neófito Adolfo Mesquita Nunes se parece lembrar do que dizia antes do Verão.

Quanto aos governantes propriamente ditos, quais as suas marcas profundas na governança do país?

  • Assunção Cristas – dispensa gravatas nas reuniões, assim permitindo o afloramento dos pêlos peitorais masculinos (dos que os têm e não se depilaram) junto ao colarinho das camisas.
  • Paulo Portas – anh… anh… anh… acho que disse qualquer coisa sobre eurobonds. Não tenho a certeza exactamente do quê. Nem pareceu interessar a ninguém.
  • Pedro Mota Soares – acha que as crianças se podem encaixotar em creches num modelo próximo do romeno de outrora. Aguarda-se o momento em que a sua motoreta sirva para o transportar a ele e dois assessores.