Contestação ao Governo arranca com professores

Os dois principais sindicatos do sector endurecem o discurso e dizem não assinar o acordo caso o ministério mantenha alguns pontos da avaliação.

As negociações entre Nuno Crato e os sindicatos sobre a avaliação de desempenho docente não estão num bom caminho para chegar a acordo, no próximo dia 9 de Setembro. Ontem, um dia antes de entregar um parecer sobre a segunda proposta do ministério da Educação e Ciência (MEC), os professores asseguram que não vão assinar acordo caso o ministério não recue em, pelo menos, três questões: a manutenção das quotas, as cinco menções para notas e a implicação das classificações nos concursos.

Concordo com a não assinatura. Como já concordaria em Janeiro de 2010 quando assinaram um acordo onde tudo isto se encontrava, em particular as quotas e as menções. As implicações nos concursos são omissas e estão no decreto-lei 51/2009, não na legislação que regulamenta a ADD.

Continuo a perguntar, mais de um ano e meio depois, o que levou àquela assinatura apressada? Quando não havia troika, nem coiso.

O que terá sido? 😉