Segunda-feira, 29 de Agosto, 2011


The Kills, Sour Cherry

Pais que beneficiam da acção escolar têm  maiores dificuldades na compra de manuais escolares.

Albino Almeida tem uma sobrancelha marota

As negociações entre a FENPROF, FNE e o Ministério da Educação. De acordo com os sindicatos, há evolução e abertura, quotas e vagas são as divergências.

Escolas públicas sobrelotadas, alunos não ficam colocados na primeira opção escolhida.

Já está mais abaixo o link para o Professores Lusos, mas, para efeitos de arquivo, fica aqui o documento: ADD Proposta MEC 29Ag011.

Agora uma dúvida: porque nem Dias da Silva nem Mário Nogueira falaram nos acertos feitos na proposta do MEC, sendo que pelo menos este da queda da isenção era relevante?

Artigo 20.º
Procedimento especial de avaliação
1- São avaliados nos termos do presente artigo os seguintes docentes:
a) Posicionados no 8.º escalão da carreira docente, desde que, nas avaliações efectuadas ao abrigo de legislação anterior à data de entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 15/2007, de 20 de Janeiro, tenham obtido a classificação de pelo menos Satisfaz e, nos termos do presente Decreto Regulamentar, tenham obtido pelo menos a classificação de Bom;
b) Posicionados no 9.º e 10.º escalões da carreira docente;
c) Que reúnam condições de aposentação durante o ciclo avaliativo.
d) Que exerçam as funções de subdirector, adjunto, assessor de direcção, coordenador de departamento curricular e avaliador por este designado.
2- Os docentes referidos do número anterior entregam um relatório de auto-avaliação no final do ano escolar anterior ao da progressão do docente na carreira.
3- O relatório previsto no número anterior deve ter um máximo de seis páginas, ao qual não podem ser anexados documentos.
4- A não entrega injustificada do relatório de auto-avaliação, por motivo não previsto na lei, implica a não contagem do tempo de serviço do ciclo avaliativo em causa para efeitos de progressão na carreira.
5- O relatório é avaliado pelo Director, após parecer emitido pela Secção de Avaliação do Desempenho Docente do Conselho Pedagógico, considerando as dimensões previstas nas alíneas b) e c) do n.º 1 do artigo 4.º do presente Decreto Regulamentar.

Será que a voz dos zecos chegou ao céus? Porque a FNE não fazia grandes questão disto e a Fenprof ainda não consultou as suas bases (só a 7 de Setembro!), pelo que…

Projecto de Despacho da ADD revisto (29 de Agosto)

Muita coisa acrescentada ou alterada, mas pouca coisa de fundamental. No essencial corrigiram-se defeitos técnicos óbvios da proposta anterior e esclarecem-se questões como o peso relativo de cada dimensão da avaliação final (70% quando há aulas assistidas é muito…). A bolsa de avaliadores externos passa a ser regulamentada em diploma próprio.

Maior alteração: já toda a gente é avaliada, pelo menos formalmente com um relatório mais pequeno que o do ECD de 98. Chama-se procedimento especial de avaliação (artigo 20º).

Afinal… tinha razão?

Depois há outras alterações medianas como a extensão do projecto docente e o que se deve, anualmente, encaixar no RAA.

Educação: Fenprof e ministério continuam emperrados nas quotas no modelo de avaliação de professores

Lisboa, 29 ago (Lusa) – Ministério da Educação e Federação Nacional dos Professores (Fenprof) continuam emperrados na “gorda questão” das quotas de classificação na avaliação de desempenho, mas os sindicatos reconheceram hoje alguns “avanços” na negociação.

Em declarações aos jornalistas à saída de um encontro com o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, afirmou que “há alguma abertura” do ministério para aceitar as propostas dos sindicatos mas que a questão “mais gorda” que divide as duas partes é a intenção de colocar quotas no modelo de avaliação.

“Um modelo de avaliação bem feito, rigoroso, que distinga bem o mérito excecional do mérito normal não precisa de quotas para que essa distinção se faça e não aconteça o que o ministro diz, que sem quotas somos todos excelentes”, afirmou Mário Nogueira.

Maria Reina Martín substitui José Verdasca

Maria Reina Martín foi nomeada directora Regional de Educação do Alentejo, João Araújo, sub-director.

Maria Reina Martín vai ser a nova directora Regional de Educação do Alentejo, substituindo José Verdasca. Maria Reina Martín é professora na Escola Secundária de Montemor-o-Novo.

João Araújo foi nomeado sub-director. João Araújo, natural de Cabeça Gorda, é professor e desempenhou funções na Direcção Geral de Desportos.

A cerimónia de tomada de posse está agendada para amanhã.

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