A autonomia de contratação dos TEIP foi um falso pretexto para legalizar o que antes já acontecia. Não me lembro – embora a minha experiência seja escassa nesta matéria – de alguma vez terem existido muitas dificuldades dos órgãos de gestão dos TEIP manterem junto de si (por requisição ou destacamento) as suas afinidades electivas. Enquanto outros andavam de malas às costas mesmo, muitos só andavam virtualmente, pois estavam sempre no mesmo sítio.

E nem é bom falar nos truques em torno dos mini-concursos. Agora só é mais fácil apanhar, em público, os desmandos que passaram a ter base legal.

Professores denunciam concursos ‘à medida’