Terça-feira, 23 de Agosto, 2011


OK Go and the Muppets, Muppet Theme Song

Exame de Física desapareceu

O exame nacional de Físico-Química de uma aluna da Escola Secundária de Cantanhede (ESC) desapareceu quando a estudante fez o pedido de reapreciação da prova.

Diaxo!

Se de acordo com o despacho10580/2011, a função de relator está esvaziada de sentido e os horários para 2011/12 não devem contemplar a redução correspondente, não percebo como os colegas se podem sentir em condições para ler os RAA, avaliá-los e preencher toda a restante papelada que é necessário preencher em todas as escolas e agrupamentos onde o prazo para entrega dos tais coisinhos, mais folhas de evidências, é dia 31 de Agosto.

E se os avaliados pedirem reuniões para esclarecer as coisas e protestarem e obrigarem ao que deveriam obrigar, com recursos e tal? Fazem tudo em regime de voluntariado?

As coisas só avançam e terminam porque há quem se deixe sujeitar a tudo. Há relatores que, ainda gostava de saber porquê, até aceitaram sê-lo sem que lhes fosse concedida a tal redução, legalmente decretada. Deve ser o complexo chico-entre-a-espada-e-a-parede.

Facturas não contabilizadas no valor de 6,78 milhões de euros foram “encontradas numa sala” do Instituto do Desporto, revelou esta terça-feira o ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, na comissão de Educação, Ciência e Cultura.

Ainda se vai “descobrir” da falsidade das facturas, deduzindo da careta d’espanto do Laurentino.

Segunda ronda negocial, FNE e FENPROF questionam a necessidade de  quotas, Secretário de Estado “não recusa qualquer proposta”. Ministério pretende ter um acordo até nove de Setembro. Mário Nogueira levanta dúvidas sobre a não avaliação dos professores dos últimos escalões. Professores passam a ter 72 horas para se apresentarem na escola onde foram colocados.

Vítor Pereira considera que impasse na arbitragem poderia ter sido evitado

L’appel de très riches Français : “Taxez-nous !”

Agon, Bettencourt, Margerie, Perdriel, Riboud, Schweitzer… Seize “très hauts revenus” affichent leur solidarité et demandent une “contribution exceptionnelle”.

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