Quinta-feira, 18 de Agosto, 2011


B*Witched, RollerCoaster

Ótãofresquinhas em 2005.

Isto é quase Bahhhhcccc…

Que é outra forma de dizer que se lixam com ph (dos bem ácidos).

Les Bourses occidentales s’effondrent

“Recebi” um boneco alusivo aos Vinte Milhões. É dos anónimos e colocarei quando for. Porque merecem.

Um entrevista qualquer um de modo que pareçam todos.

 

Um mar d’incêndios.

… do tipo previsão tatarológica.

Então vamos lá:

  • Não há nada nesta proposta de ADD do MEC que me pareça impedir um entendimento ou acordo com a FNE. Afinal, o governo é do PSD.
  • Não há nada nesta proposta de ADD do MEC que me pareça levar a um entendimento ou acordo com a Fenprof, embora seja quase igual ao que levou aos sorrisos de 7-8 de Janeiro de 2010 (e tratava-se do ECD onde se re-legitimaram as quotas). Afinal, o governo é do PSD.
  • Não há nada nesta proposta de ADD do MEC que torne relevante um entendimento ou acordo com qualquer outra pequena (sorry, SPLIU e Sindep) ou nano-organização sindical.

Mais um pouco e parece que dei quase um salto no tempo e voltei quase uma ou duas décadas atrás em estratégia.

Em boa verdade, poderíamos já passar para a última ronda negocial e para o período suplementar de negociações, onde se acertam as vírgulas e a ordem das (não) assinaturas?

Para muita gente entregar o seu RAA. E depois é que virão as classificações e quotizações o e, olhem-me o espanto, uma renovação de uma certa e determinada  indignação.

Ministros terão poder para recusar dirigentes escolhidos por concurso

Mas eu acredito que Mário Crespo não é da fibra (móvel) de um Cravinho ou Carrilho, ou mesmo Ferro.

Mário Crespo convidado pelo Governo para correspondente da RTP em Washington

Convite feito por Miguel Relvas surpreende administração da RTP e viola critérios da direção de informação do operador público para a escolha de correspondentes.

Já existe em pré-venda, na Wook e na Bertrand.

«Este livro de Bárbara Wong sobre algumas ideias feitas acerca dos professores, lança sobre eles, sobre o exercício da docência e sobre o quotidiano das escolas e salas de aula, um conjunto de olhares que vai oscilando entre os que partem de dentro do grupo profissional a que pertenço (…) e aqueles que sobre ele são construídos a partir de fora, seja a partir dos seus alunos, seja das suas famílias. E alguns desses olhares que são lançados sobre os professores e as suas práticas revelam-se desapiedados, (…).»
Paulo Guinote, in Prefácio.

Já não é muito novo, mas tens os fundamentos. E mais me convenço que a alternativa é tanto mais eficaz enquanto é alternativa (continuamente renovada) e não pretende ser regra.

Este ano, a principal novidade em relação ao conteúdo dos manuais é a entrada em vigor do novo acordo ortográfico, que este ano já estará presente em todos os livros adoptados este ano para o primeiro e segundo ano do primeiro ciclo do ensino Básico.

mas

 a adopção faseada visa “minimizar os custos para as famílias, autarquias, livrarias, bibliotecas escolares e editoras, evitando desperdícios desnecessários”. No quarto ano do Básico, os manuais de Matemática já deverão ter a nova ortografia, tal como todos os do quinto – menos Educação Física, Educação Musical, Educação Visual e Tecnológica. Quanto ao sexto ano, os alunos já vão aprender em livros adaptados ao novo acordo em todas as cadeiras excepto as de Língua Portuguesa, Educação Física, Educação Musical e Educação Visual e Tecnológica.

Nesta palhaçada, pelo que me toca, sou contra o aborto acordo – e considero hipócrita justificarem-se asneiras com o respectivo preço; o preço imediato.

O insucesso escoltar, reportagem da SIC.

Alunos sem escola, pais procuram as que têm melhores resultados.