Terça-feira, 16 de Agosto, 2011


Joe King Carrasco, Buena

A cultura Like gosta de quê?

Há alunos que ainda não estão colocados em nenhuma escola

A um mês do início das aulas, há alunos que ainda desconhecem onde vão estudar. Os responsáveis das escolas apontam o dedo à divulgação de rankings que fizeram com que as preferências dos pais recaíssem em apenas alguns estabelecimentos.

Ensino particular satisfeito com o financiamento das escolas

Valor máximo de 85 mil euros por turma vai ser pago aos estabelecimentos do ensino particular que recebem alunos do sistema público.

Cubano ilegal tira curso subsidiado

A viver ilegalmente em Portugal há 25 anos, Carlos Wong, o cubano de 56 anos que foi anteontem detido na Trofa a assaltar uma casa, frequentou, em 2008, o programa Novas Oportunidades e conseguiu completar o 12º ano, recebendo do Estado um subsídio de alimentação e transporte.

Dívida pública ameaça pensões: CGA perde 600 milhões

Caixa Geral de Aposentações está mais exposta à dívida soberana e valor dos títulos é cada vez menor.

Um relato do que se vai passando: Apeagesatao16Ago11.

Como só foram reproduzidas parcialmente na peça da página 20 e a peça não está online , aqui ficam.

1 – Quais são as grandes alterações entre este modelo e o modelo desenhado pelo governo socialista?

As maiores alterações passam por instituir como regra a observação de aulas por avaliadores externos à escola do avaliado, por alargar os ciclos de avaliação e por isentar de avaliação os docentes a partir do 8º escalão.

2 – Quais são as vantagens deste novo modelo?

Neste momento apenas o facto de distender no tempo o período de avaliação, reduzindo o número de aulas assistidas e de docentes avaliados. Mas são vantagens funcionais, não trazem maior rigor e qualidade ao processo.

3 – Quais são as alterações que ficaram por fazer?

Depende da concepção de avaliação do desempenho que tivermos. Em meu entender este é um modelo que, tal como os anteriores, têm o que chamaria uma malha grossa que não permite distinguir de forma clara as boas práticas das más práticas, porque se centra numa parcela muito pequena do trabalho dos docentes. No fundo, falta todo um novo conceito de avaliação do desempenho que não se resuma a analisar “ilhas” do trabalho dos professores.

4 – Concorda com a manutenção das quotas para as classificações de mérito?

Obviamente que não concordo. Acho que se deveriam estabelecer os parâmetros necessários para alcançar as classificações ditas de mérito e quem os alcançasse deveria ter direito a essa classificação. Deste modo, não adianta ter um excelente grupo de professores numa escola ou agrupamento porque só uma parte verá o trabalho reconhecido, enquanto em outra, com piores professores e desempenhos, por existir quota, poderá existir a mesma distribuição de classificações.

5 – Concorda com as novas regras para as aulas assistidas?

Neste momento não se conhecem as regras para as aulas assistidas, para além de o serem por um avaliador externo à escola. O resto encontra-se por definir, a menos que se vá deixar tudo isso aos Conselhos Pedagógicos e então poderemos ter de novo toda uma diversidade de critérios e práticas para analisar o mesmo trabalho.

6 – Concorda com a avaliação externa?

Concordo que exista um elemento externo na avaliação que não dependa, directa ou indirectamente, do poder único da Direcção (o Conselho Pedagógico é formado por docentes nomeados pelo Director). Para além disso, apesar de algumas limitações que esta versão mitigada tem, a componente externa permite alguma fuga aos problemas de proximidade (afectividade, animosidade, competição) que uma avaliação exclusivamente interna contém.

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