Domingo, 14 de Agosto, 2011


Nina Hagen, The Lady is a Tramp

Paradigma do Profe Tuga:

Passar as férias a discutir ADD’s – porque resolver o assunto de vez ficava caro…

Assunção Esteves envolveu-se num acidente de viação, que resultou no atropelamento de uma idosa, que atravessava uma passadeira, em Faro. O acidente, com três viaturas, ocorreu à entrada da capital algarvia, quarta-feira, ao fim da tarde.

Hum!…

Cartoons de Jeremy Nell (soberbo), John Cole e Mike Keefe

Diz que é uma espécie de “especialista”…

O Problema da Avaliação de Desempenho Docente

Este é um dos aspectos que pode vir a gerar maior polémica, discussão e eventual resistência.

Pessoalmente nada tenho contra a existência de avaliadores externos nestes moldes. Desde que sejam claros os critérios de recrutamento da tal bolsa de avaliadores e de selecção para cada escola.

Quanto às aulas assistidas também não tenho nenhuma posição de princípio, fundamentalista e irredutível, acerca delas, mas falta regulamentar muita coisa, a menos que se deixe tudo à autonomia de cada Secção de Avaliação dos Conselhos Pedagógicos (quantidade de aulas, calendarização, peso relativo na avaliação, parâmetros a observar).

No essencial, pouco muda em relação ao modelo anterior, apenas transformando uma excepção em regra. Ou seja, neste aspecto, o modelo não rompe claramente com o anterior. Nem impõe aulas assistidas a todos (o que teria elevados encargos), nem as elimina.

Artigo 13.º
Competências do Avaliador Externo
1 – O avaliador externo integra uma bolsa de avaliadores constituída por docentes de todos os grupos de recrutamento.
2 – Tem como competências proceder à avaliação na dimensão científica e pedagógica dos docentes sujeitos à avaliação externa.

(…)

Artigo 18.º
Observação de Aulas
1 – A observação de aulas é da responsabilidade dos avaliadores externos, nos termos do artigo 13.º, a quem compete proceder ao registo das observações.
2 – A observação de aulas é feita no último ano do ciclo de avaliação do docente.
3 – A observação de aulas é obrigatória para os docentes:
a) Em período probatório;
b) Nos 2.º e 4.º escalões da carreira;
4- Sempre que o docente requeira, em qualquer escalão, para a atribuição da menção de Excelente.

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