Segunda-feira, 8 de Agosto, 2011


Marisa Monte, Eu Sei

Não eram só os professores?

Não sei se estou para hoje olhar mais para a net e jornais e mails e coisas assim. Estão em auto-gestão, à excepção do Fafe que tem poderes discricionários para limpar quem fizer porcaria aqui na sala de visitas.

A abrir o da direita, há uma passagem do GL em que se diz qualquer coisa como isto: um debate só atinge a maturidade quando as duas partes passam a tentar encontrar algo de positivo na posição contrária.

Poderia colocar a aqui a citação directa e tal, mas não me apetece. Desacreditem se assim quiserem.

É período de férias, mas mesmo colocada só às 9 da noite de ontem, até ao início desta manhã a sondagem de ontem recolheu um bom número de votos. Se a meio do caminho, o Sim e o Não iam empatados, com o avançar do tempo, as coisas ficaram mais claras.

Não adianta estarmos com explicações assim e assado, com traumas recentes que justificam isto ou aquilo. O que se perguntava era sobre o princípio, em abstracto, e não sobre qualquer modelo em concreto.

Isto tem, pelo menos, uma enorme vantagem: se o Sim tivesse ganho, passaria a fazer mais umas duas sondagens sobre o tipo de modelo e que elementos deveria ter.

Assim ficamos conversados.

Não terá valor científico, mas ao menos explica-me o que a audiência deste blogue, neste momento particular, pensa do assunto. E, de forma clara, percebe-se que é melhor passarmos a falar de outras coisas. Futebol, por exemplo.

Atenção que em nenhum momento deste post fiz grandes adjectivações ou juízos de valor. Os factos são… o que são, não há que tentar retorcê-los.

… quem era contra o papel destas equipas, a vir agora defendê-las.

No meu caso, acho que tanto funcionaram bem (esclarecendo situações, ajudando a resolver problemas) como mal (funcionando como correias de pressão política). Talvez fosse mais inteligente não acabar com elas e aclarar as suas funções:

Escolas ficam sem equipas de apoio das direcções regionais

É a primeira consequência do regresso de 320 docentes às escolas. Directores avisam que, antes de derrubar as estruturas intermédias, a tutela precisa de tornar os serviços centrais mais eficientes

Saiba quem são os 73 boys já nomeados pelo Governo

Das 447 nomeações feitas até este sábado, dia 6, pelo Governo, no mês e meio que leva em funções, 73 são “boys” como a edição impressa do DN hoje divulgou. Saiba quem são os nomeados com ligações partidárias (a lista é arbitrária e segue a ordem pela qual surgem no site do próprio Governo).

Por isso é que querem emagrecer o Estado. Não há especialistas, é preciso andar a ir buscá-los aos círculos concêntricos político-partidários e de amigos-

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